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Júlio Quaresma expõe trabalho em Nova Iorque e apela aos direitos humanos

"Os cubos (...) contêm várias palavras e fotografias que representam a hipocrisia do poder." (Júlio Quaresma)

Andreia Guerreiro
1 de janeiro de 2010, 18:59

Num dia em que se celebrou em Nova Iorque a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o artista plástico Júlio Quaresma, colaborador da CARAS, apresentou no Boricua College, no âmbito de um congresso sobre os direitos humanos e a erradicação da pobreza, a instalação Playing Equality.

Loris Diran, Júlio Quaresma, José Castelo Branco, Betty Grafstein e Juan Manuel Palazuelos com a mulher
Loris Diran, Júlio Quaresma, José Castelo Branco, Betty Grafstein e Juan Manuel Palazuelos com a mulher
Jayme Carvalho Jr.
Uma peça composta por vários cubos de ferro que, como explica o autor,
"contêm várias palavras e fotografias que representam a hipocrisia do poder. A dicotomia que há entre o discurso político e a realidade. Assim, as quatro faces do cubo têm palavras conectadas com os direitos humanos, como paz, solidariedade e justiça. As imagens são o exemplo da realidade"
.


B.F. Fernandez, Júlio Quaresma e a senadora Nelly Fernandez
B.F. Fernandez, Júlio Quaresma e a senadora Nelly Fernandez
Jayme Carvalho Jr.
A ocasião reuniu diversas figuras públicas, entre elas
José Hernández
, presidente do Boricua College, a senadora
Nelly Fernandez
e o
marchand
José Castelo Branco
.

Depois da apresentação desta instalação, assistiu-se a uma performance sobre o mesmo tema, interpretada pela actriz
Puy Navarro
.
"Foi um dia muito bem passado e a presença do vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tornou-o ainda mais especial"
, comentou Júlio Quaresma.


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