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FOTOGALERIA: Barack Obama recebe Nobel da Paz em Oslo

O chefe de Estado norte-americano chegou esta manhã à capital norueguesa rodeado de fortes medidas de segurança e acompanhado pela mulher, Mchelle Obama.

Cátia Pinheiro
10 de dezembro de 2009, 12:05

FOTOS:
Reuters

Não foi uma visita totalmente pacífica a de Michelle e Barack Obama a Oslo, onde foram recebidos por um autêntico 'banho' de multidão com tochas, mantendo assim a tradição na recepção aos galardoados com o Prémio Nobel da Paz. Contudo, o presidente dos Estados Unidos da América recusou cumprir a agenda habitualmente preparada para os agraciados, e choveram críticas na imprensa norueguesa e em toda a Europa. Talvez por isso o casal tenha decidido alterar os planos da viagem, que inicialmente incluíam apenas receber o prémio e regressar rapidamente a casa, sem aceitar o convite para dormir no palácio real. Assim, Barack e Michelle vestiram-se de gala e marcaram presença no banquete oficial do Nobel da Paz, presidido pelos reis da Noruega, o que obrigou Michelle a pensar em duas toiletes diferentes. Para a cerimónia de entrega do prémio, escolheu um vestido de veludo amarelo-dourado com robe-manteau igual, aos quais juntou um cachecol num tom semelhante. A criação, elegante, tinha assinatura do estilista brasileiro Francisco Costa para a Calvin Klein, mas o cardigã que a certa altura usou por cima do vestido poderá considerar-se uma escolha questionável...

No jantar de gala, a primeira-dama americana escolheu uma criação mais sóbria no tom, cinza-prateado, mas razoavelmente exuberante no modelo: um vestido comprido com saia de barras plissadas. A cor, pelo menos, foi acertada, na medida em que esteve em sintonia com os tons eleitos pela rainha Sónia e pela princesa Mette-Marit. Esta esteve, aliás, em evidência quando dançou com Barack Obama, que voltou a provar os seus dotes de bailarino.

Durante a estada em Oslo, o presidente americano sublinhou a importância do prémio que lhe foi atribuído, ressalvando que concordava com as críticas de que haveria outras pessoas mais merecedoras da distinção. Tendo em conta que na mesma semana enviou mais 30 mil soldados americanos para o Afeganistão - apesar do argumento de que por vezes os fins justificam os meios -, muitos terão concordado com ele.

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