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Artur Agostinho: "Assusta-me ser tratado como mito, mas sei que o fazem por carinho"

"Como a idade vai avançando, uma das formas de manter a actividade, com menor esforço físico, é escrever." (A. Agostinho)

Andreia Guerreiro
14 de novembro de 2009, 14:26

A caminho dos 89 anos, o jornalista, actor e escritor aproveita ao máximo todos os momentos, e nem as dores de coluna ou as insónias lhe retiram a alegria de viver. Pelo contrário, Artur Agostinho aproveita para escrever, e o mais recente resultado da sua criatividade, o romance Riquíssima e Além Disso... Viúva foi dado a conhecer na Livraria Bertrand do Picoas Plaza, em Lisboa.

Artur Agostinho com a mulher, Maria Teresa, e as filhas, Emília e Teresa
Artur Agostinho com a mulher, Maria Teresa, e as filhas, Emília e Teresa
Victor Freitas
Acompanhado pela mulher,
Maria Teresa
, e pelas filhas,
Emília
e
Teresa Agostinho
(o único neto está a viver em Inglaterra), o autor justificou, com humor, a necessidade de escrever: "
Como a idade vai avançando, uma das formas de manter a actividade, com menor esforço físico, é sentar-me ao computador e escrever. E gosto de escrever à noite, quando as minhas insónias tradicionais e as dores de coluna não me deixam dormir."
Neste registo bem-humorado, Artur Agostinho reagiu, com alguma apreensão, ao facto de
Francisco Moita Flores
, no prefácio, o comparar a
Amália Rodrigues
ou a
Eusébio
: "
Assusta-me ser tratado como mito, por ser uma grande responsabilidade. Sei que o fazem por carinho e, por isso, aceito, feliz, esse tratamento. Quanto ao futuro, só quero continuar a fazer o que gosto."

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