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Isabel Angelino e Ângelo Rebelo em clima de lua-de-mel no Algarve

A apresentadora e o cirurgião plástico estão casados há seis meses e garantem que a relação que já tinham não mudou em nada.

Andreia Guerreiro
31 de agosto de 2009, 10:26

Passaram somente seis meses desde que Isabel Angelino e Ângelo Rebelo se casaram, a 20 de Fevereiro, e desde então o cirurgião plástico e a apresentadora têm vivido em permanente clima de lua-de-mel. Isso mesmo foi testemunhado pela CARAS durante uma produção fotográfica realizada no Algarve, dias antes do casal partir de férias para Israel. Foi sobre estes seis meses e sobre a sua relação que conversámos com ambos, num final de tarde em que nada faltou para que o cenário fosse perfeito.

- Que balanço fazem deste meio ano?
Ângelo Rebelo -
Tem sido muito bom em todos os aspectos. Há um crescendo na nossa relação, conhecendo-nos cada vez mais e fazendo de cada dia um momento pleno de realizações, projectos e cumplicidade.
Isabel Angelino - Tem sido como antes do casamento. Com muito amor, respeito e admiração um pelo outro. Talvez com uma única diferença: estes sentimentos têm vindo a aumentar. Sou uma mulher de sorte e todos os dias agradeço o que tenho.

- Sentem que o casamento mudou em alguma coisa a vossa relação? Aumentou o peso da responsabilidade?
Ângelo -
O casamento não é mais do que uma confirmação e oficialização da nossa relação. A nossa responsabilidade existe sempre, e é grande, e o 'papel' só veio confirmar isso.
Isabel - A responsabilidade de viver a dois é a mesma, nada mudou, apenas para a sociedade em geral. Casarmo-nos foi oficializar o facto de vivermos juntos.

Ângelo Rebelo e Isabel Angelino de férias no Algarve
Ângelo Rebelo e Isabel Angelino de férias no Algarve
Natacha Brigham
- O Ângelo tem um dia-a-dia muito intenso. Conseguem facilmente arranjar tempo para estar a dois?
Ângelo -
Sim, é verdade, intenso e stressante. Mas tenho a sorte de ter a Isabel, que me ajuda a ultrapassar o stresse de cada dia. Trabalho há muitos anos e sempre defendi que o querer e a organização são a chave para podermos estar a maior parte do tempo juntos. Por outro lado, a Isabel é a responsável do Gabinete de Comunicação da Clínica Milénio, o que nos dá a oportunidade de estarmos juntos mais tempo.

Isabel -
Conseguimos aproveitar todos os momentos livres para fazermos aquilo de que mais gostamos: ir ao cinema, viajar, conversar, namorar ou, simplesmente, rir-mo-nos. Divertimo-nos muito juntos, e isso é saudável para uma relação.


- Estes dias passados no Algarve foram em família, visto que estiveram convosco os pais da Isabel e a filha do Ângelo, a Rita. É importante estarem em família?
Ângelo -
O conceito de família é para mim, e penso que para a Isabel também, muito importante. Sempre que podemos e entendemos, reunimos os vários elementos das nossas famílias para almoçarmos, jantarmos e convivermos. O nosso espaço e o nosso tempo são e serão sempre os nossos, mas gostamos de partilhar alguns com a família. E se a nossa família vier a ser maior, assim continuará a ser.

Isabel -
Casámo-nos os dois, mas já tínhamos as nossas famílias, com as quais passávamos muito tempo. A única coisa que mudou é que nos tornámos uma grande família. Damos muita importância aos momentos de convívio em família.


- Entre os dois, quem cuida mais de quem?
Ângelo -
Cada um de nós tem conhecimentos em áreas distintas, mas que se complementam, daí eu cuidar de umas coisas da Isabel e ela de outras minhas. Adoro que ela cuide de mim, o que faz muito bem.

Isabel -
É muito bom ter quem cuide de nós. Como diz
Caetano Veloso
na canção, 'Quando a gente gosta, é claro que a gente cuida...', por isso acho que cuidamos de igual modo um do outro. Um relacionamento é feito de equilíbrio, de dar e receber.


- Sentem que desde que estão juntos se tornaram pessoas diferentes?
Ângelo - Diferentes, só se for porque somos mais unidos e passámos a fazer muitas coisas juntos e deixámos de fazer muitas outras coisas sozinhos. E ainda bem. Mas acho que a nossa essência se mantém.

Isabel -
Acho que nos tornámos melhores pessoas. Quando investimos numa relação, tornamo-nos menos egoístas, estamos mais dispostos a dar, e isso reflecte-se nas acções diárias entre nós e com os outros.


Isabel Angelino e Ângelo Rebelo de férias no Algarve
Isabel Angelino e Ângelo Rebelo de férias no Algarve
Natacha Brigham
- Dão importância a datas como a do vosso casamento ou o dia em que começaram a namorar? Têm o hábito de as celebrar?
Ângelo -
Damos e continuaremos a dar. Celebramos várias datas, como a do nosso reencontro, pois já nos conhecíamos há anos, a do nosso namoro, e a do casamento, com jantares, flores, viagens.

Isabel -
Claro que sim, faz parte do romantismo que nunca pode morrer. Todos os dias 20 (dia do casamento) e todos os dias 25 (dia do pedido de namoro) comemoramos nem que seja com um brinde especial à data.


- É em Israel que vão celebrar a data?
Ângelo -
Gostamos de celebrar, quando possível, mais do que uma vez, e Israel vai ser, com certeza, o começo da celebração dos nossos primeiros seis meses de casamento.

Isabel -
Sim, será um início das comemorações, porque os seis meses de casamento vão ser celebrados já em Portugal. A ida a Israel tem mais um carácter profissional para o meu marido, e eu acompanho-o. Como ele já lá esteve, aproveitaremos também para passear e conhecer (ou, no caso dele, rever) alguns lugares significativos, como o Muro das Lamentações, o Monte das Oliveiras ou o mar Morto.


- O desejo de terem filhos em comum tem aumentado ou diminuído com o facto de se darem tão bem e de viverem com intensidade um para o outro?
Ângelo -
O desejo de se ter filhos não pode colidir nem competir com o facto de duas pessoas se darem tão bem. Quando desejado, e só assim faz sentido, não interfere negativamente com a relação e o amor de um casal. Vai reforçá-la e vão ser mais de dois a serem felizes e a darem-se tão bem. É assim que desejo para nós. Quando o entendermos, acontecerá.

Isabel -
Nem aumentou nem atenuou, se vier, será bem-vindo, mas o Ângelo já tem três filhos e um neto e eu herdei esta nova família, sinto-me preenchida assim. Ser mãe biológica nunca foi um objectivo de vida para mim. Não vai ser por isso que me vou sentir mais mulher ou mais feliz.

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