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As reacções à morte de Morais e Castro

Diversas figuras públicas fizeram questão de recordar o actor, que morreu hoje, aos 69 anos.

Melissa Tavanez
22 de agosto de 2009, 19:06

Gabinete de imprensa do PCP - "Foi um homem que lutou toda a vida e, por isso, como afirmou Bertolt Brecht, foi, é e será um dos 'imprescindíveis'. A sua determinação e firmeza em defesa da classe operária e dos trabalhadores radicavam no seu optimismo jovial e na confiança nos ideais que defendia".

Joaquim Benite, director da Companhia de Teatro de Almada, à Lusa - "Apesar de ser uma morte anunciada, a morte de Morais e Castro é um grande choque para mim, uma vez que éramos grandes amigos. Além de um actor excepcional, de primeiro plano, Morais e Castro era um homem de grande rigor, de grande honestidade e um amigo que me faz muita falta".

Rui Mendes, actor, à Lusa - "Ainda estou muito emocionado com a notícia da morte de Morais e Castro, apesar de ser esperada. Perco um grande amigo e perdeu-se um actor e um cidadão muito empenhado tanto na vida como nas pessoas."

Irene Cruz, actriz, à Lusa - "Morais e Castro era um grande homem. É uma grande perda para o teatro, uma vez que era um lutador e um resistente. (...) Que Deus o tenha em paz, são as únicas palavras que consigo dizer".

Manuela Maria, actriz, à CARAS - "Era um homem com uma grande alegria e prazer de viver, que deve ter sofrido muito com a ideia de morrer, porque tinha uma vida óptima, de harmonia, com a mulher, a actriz Linda Silva, com os filhos e com os netos".

João Lourenço, encenador e director do Teatro Aberto, à Lusa - "Do Morais e Castro recordo-me sempre da esperança que com ele compartilhei nos anos 1960 e 1970 e que foi muito, muito importante para a minha vida."

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