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Michael Jackson: Hipótese de homicídio continua a ser considerada

Já se conhecem os resultados da autópsia do cantor, mas estes ainda não foram revelados, de forma a não interferirem com as investigações policias.

Andreia Guerreiro
14 de agosto de 2009, 17:19

O mundo despediu-se do 'Rei da Pop' há quase dois meses, mas as circunstâncias que envolvem a sua morte continuam por esclarecer. Os resultados da segunda autópsia foram conhecidos esta semana, mas não foram tornados públicos, para que nada interferisse com a investigação policial que se encontra ainda a decorrer. As autoridades não afastaram a hipótese de homicídio acidental e o principal suspeita é o médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, que administrou o anestésico que estará na origem da paragem cardíaca que vitimou o músico. Segundo o jornal norte-americano Los Angeles Times, o médico administrou o fármaco ao cantor e foi para outra divisão para falar ao telefone. Enquanto isso Michael Jackson ficou sozinho, sem conseguir respirar, e quando Murray regressou, já os serviços de emergência tinham sido alertados, não conseguiu reanimá-lo.

Ao que tudo indica, e de acordo com as declarações prestadas pelo clínico, de 51 anos, o 'Rei da Pop' usava o medicamento há cerca de dez anos para combater as insónias. Contudo, o médico descarta qualquer responsabilidade na morte de Michael Jackson, apontando o ritmo de ensaios para preparar o regresso aos palcos em Londres, que não chegou a acontecer, como uma possível causa para o sucedido. Contudo, e ao contrário do que a imprensa tem divulgado, o diário norte-americano referido adianta que os resultados da autópsia que, recorde-se, ainda não foram divulgados, mostram que o uso do anestésico não seria suficiente para explicar a morte de Jackson. Fica assim no ar a hipótese de terem sido administradas outras substâncias que, conjugadas, provocaram a paragem cardíaca a que a estrela não resistiu.

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