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Rui Veloso no Algarve: "Poderia ter morrido, mas nem dei conta"

Encontrámos o músico no The Lake Resort, em Vilamoura, onde combinou encontrar-se com os filhos, com quem vai passar uma semana de férias antes de regressar ao trabalho.

Melissa Tavanez
4 de agosto de 2009, 15:02

Três semanas depois de ter sido operado de urgência aos intestinos, Rui Veloso decidiu refugiar-se no Algarve com os filhos, Manuel, de 13 anos, Maria, de 15, e Joana, de 27, onde tenciona passar uma semana de férias a descansar e resistir às constantes solicitações dos amigos para almoços e jantares, uma vez que está consciente do perigo que corre se não cumprir as recomendações médicas.

- Parece que já tinha sido alertado para a possibilidade de apanhar um susto destes...?
Rui Veloso - Sim, já estávamos à espera. Há dois meses e meio tinha tido uma crise e estive internado cinco dias. Desde então perdi 10kg, pois fiz uma dieta rigorosa, e fui retomando a minha vida normal, embora regrada. Provavelmente deveria ter sido operado mais cedo, pois sabia que isto podia dar numa coisa chata, mas o médico que fez a avaliação disse que, em princípio, dava para esperar pelo fim do Verão. Entretanto, por alguma razão, isto complicou-se e poderia ter morrido, mas eu nem dei conta. Estive sempre optimista. Agora está tudo a cicatrizar muito bem, sem infecções, o que é muito bom.

- Mas vai ter de voltar a ser operado, para unir o intestino. Já está marcada a intervenção?
- Sim, para a segunda semana de Outubro, a partir do dia 12.

- Até lá, vai tentar cumprir a agenda de espectáculos?
- Sim, só se não puder é que não cumpro. Caso contrário, seria um prejuízo enorme para toda a malta que trabalha comigo, é um problema grande.

O músico
O músico
Luís Coelho

- Estas férias no Algarve estavam programadas, ou obrigou-se a vir para descansar?
- Não estava nada programado. Eu ia para Moçambique de férias com os meus filhos, íamos fazer uma volta muito gira, foi uma pena... Mas como tinha que descansar, vou ficar escondido pelo Algarve, até para fugir às tentações, pois já me avisaram dos perigos que corro.

- Entrou, portanto, numa fase de mudança de hábitos?
- É uma limpeza forçada. Nós comemos e bebemos coisas a mais, todos nós cometemos excessos. Chegamos a um ponto em que estamos satisfeitos, mas comemos sempre o dobro, basicamente é o pecado da gula. Portanto, isto dá para pensar nisso e ser forçado a mudar os hábitos. Mas não há problema, podemos comer pouco, mas bem.

- Quanto à Sofia Grillo, acredita-se que deixaram de ser namorados para passarem a ser apenas amigos?
- Sim, mas não vale a pena falar nisso agora, o fundamental é falar da doença. Mas sou amigo da Sofia, claro, muito amigo mesmo.

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