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Irmão de Michael Jackson aponta responsabilidades ao médico do cantor

Tito Jackson acredita que Conrad Murray, médico do 'Rei da Pop', não reagiu tão prontamente como deveria, o que poderia ter evitado a morte do músico.

Andreia Guerreiro
21 de julho de 2009, 11:55

Dentro de poucos dias completa-se um mês desde que o mundo se despediu do Michael Jackson, mas os mistérios que envolvem a sua morte continuam por desvendar, uma vez que os resultados da primeira autópsia foram inconclusivos. Depois da uma das irmãs do cantor, La Toya Jackson, ter revelado que sabia quem eram os responsáveis pelo desaparecimento do cantor, foi a vez do irmão, Tito Jackson, comentar as responsabilidades de Conrad Murray, médico pessoal de Michael Jackson. "Na minha opinião ele [Conrad Murray] entrou em pânico quando o meu irmão não acordou. Penso que o médico percebeu que ele estava a sentir-se mal e tentou reanimá-lo. Ele sentiu a pulsação, mas não conseguiu trazê-lo de volta. Não sei quanto tempo passou entre o momento em que o médico o encontrou e a chamada para a ambulância. Mas eu acredito que se ele tivesse pedido ajuda imediatamente, talvez o meu irmão estivesse aqui connosco hoje, ele definitivamente estaria vivo", afirmou Tito Jackson em entrevista à televisão espanhola, país onde actuou para assinalar o 50.º aniversário da produtora discográfica Motown e o 40.º dos Jackson Five. Nesta ocasião, o irmão do 'Rei da Pop' falou também do facto de Conrad Murray não ter feito a massagem cardíaca sobre uma superfície dura, um dos cuidados básicos a ter. Além disso, Tito apontou o facto do médico ter desaparecido na altura na morte do músico.

Contudo, Murray, já veio garantir que a sua ausência se deveu apenas ao facto de estar a tentar ultrapassar a perda de um amigo. "Perdi um grande amigo. Não dei nada ao Michael que pudesse ter provocado a sua morte. Não sei mais do que qualquer outra pessoa sobre a morte do Michael, mas não fui eu", explicou.

Filhos de Michael Jackson na cerimónia de homenagem ao Rei da Pop
Filhos de Michael Jackson na cerimónia de homenagem ao Rei da Pop
Reuters
Entretanto, continua a reinar a incerteza quanto à custódia dos filhos mais velhos do artista,
Prince Michael I
e
Paris Katherine
. De facto, a guarda temporária foi atribuída à mãe do cantor,
Katherine Jackson
, mas alguns meios de comunicação norte-americanos adiantam que a progenitora das crianças,
Debbie Rowe
, pretende recuperar os direitos parentais, dos quais abdicou quando se separou de Michael. Aliás, a antiga enfermeira do cantor também já garantiu que as crianças foram concebidas com recurso a um dador anónimo de esperma, o que tornaria esta situação ainda mais complicada. Mas Tito Jackson também já se pronunciou sobre este tema e garantiu que o irmão é o pai biológico de Prince Michael I, de 12 anos, e Paris Katherine, de 11.


Relativamente a este tema, as coisas tornam-se ainda menos claras quando entra em cena o antigo dermatologista de Michael Jackson,
Arnold Klein
, de 64 anos, com quem trabalhava Debbie Rowe, que revelou recentemente aos amigos que é o verdadeiro progenitor dos filhos mais velhos do 'Rei da Pop' e que, segundo uma fonte próxima, pretende obter a guarda destes. Além disso, fala-se ainda da possibilidade de ser a irmã da estrela, Janet Jackson, a tomar conta de Prince Michael I, Paris Katherine e
Prince Michael II
, mais conhecido por Blanket.


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