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Elsa Barreto e Henrique Handel

Elsa Barreto e Henrique Handel

Luís Coelho

Juntos há 19 anos, Elsa Barreto e Henrique Handel mantêm vivo o romantismo

A estilista e o médico dentista passaram um fim-de-semana descontraído no Algarve.

Melissa Tavanez
19 de julho de 2009, 18:40

São raras as ocasiões que Elsa Barreto tem para passar uns dias românticos com o marido, Henrique Handel, até porque, sempre que tem algum tempo livre, a estilista aproveita para estar também com os filhos de ambos, Miguel, de dez anos, e Sara, de cinco. Por isso, o fim-de-semana que a estilista e o médico dentista passaram no Algarve, a convite do Grande Real Santa Eulália Resort & Hotel Spa, foi aproveitado ao máximo. A ocasião serviu também para Elsa ficar a conhecer o coquetel com o seu nome - composto por Vodka Grey Goose, Pisang Ambon, Guaraná lima, xarope de açúcar, sumo de lima e framboesas -, que fará parte da carta de bebidas do hotel durante o Verão. Este foi o pretexto para a estilista fazer uma produção para a CARAS e falar da importância que é ter a seu lado uma pessoa que entende a sua profissão.

- Dias como estes são fundamentais na vida de qualquer casal...
Elsa Barreto -
Sinto muito a falta dos meus filhos e estou sempre a ligar-lhes, mas claro que é necessário termos, de vez em quando, uns dias só para nós.

- Devido à sua profissão, é difícil arranjar tempo para estar em família?
-
Sim, até porque, normalmente, penso sempre em duas colecções ao mesmo tempo, e isso ocupa-me realmente demasiado.

- Já estão juntos há 19 anos, dos quais 13 como casados. É importante ter uma pessoa que compreenda as suas ausências?
-
Tento que as minhas ausências não sejam prolongadas e sempre que isso acontece levo o meu marido e os meus filhos. Mas, realmente, não sou a típica dona de casa dedicada. O Henrique costuma dizer que já se habituou de tal forma à minha maneira de ser e de estar que diz que se eu mudasse, perdia a piada. Ainda bem que ele pensa assim. [risos] Compreendo que se tivesse a meu lado outra pessoa, talvez ela não aceitasse a abstracção que gira em meu redor.

- E quando está em casa, consegue desligar-se do trabalho?
-
Nem pensar. Vou dar um exemplo engraçado e verídico, não gosto muito de cozinhar e já incendiei a cozinha duas vezes, pois acabo por me focar no trabalho e esqueço-me do jantar. Fico totalmente absorvida pelo trabalho.

- Qual é o segredo para se manter uma relação há tantos anos?
-
Não é fácil... Mas somos muito amigos, compreendemo-nos muito bem, até acabamos as frases um do outro. O Henrique é a minha extensão.

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