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Iva Domingues: "Casamento? Até agora não aconteceu, mas nunca se sabe"

A apresentadora, mãe de Carolina, de seis anos, não afasta a hipótese de se casar com Vasco Vilarinho

Melissa Tavanez
23 de junho de 2009, 15:37

Aos 32 anos, Iva Domingues celebra a primeira década a trabalhar em televisão. Chegou à SIC com o sonho do jornalismo. Hoje, está ligada ao entretenimento e apresenta na TVI24 o programa Caminho das Estrelas. Nestes dez anos dedicados ao pequeno ecrã, deixou de ser uma menina e assume-se como "uma mulher tranquila e muito satisfeita com as opções que fiz na vida". Foi na televisão que se enamorou por Pedro Mourinho, de quem tem uma filha, Carolina, de seis anos de idade. Foi também nos bastidores que redescobriu o amor ao lado do realizador Vasco Vilarinho, com quem mantém uma relação há seis anos.

- Depois de tanto se ter falado de uma eventual transferência para SIC, o programa Caminho das Estrelas foi o projecto certo na altura certa?

Iva Domingues - Ser convidada para este projecto foi uma grande surpresa. Pelo projecto e por ter sido convidada a integrar a equipa do TVI 24. Nunca tinha participado no arranque de um canal de televisão e, como é óbvio, era algo que nunca poderia recusar. Quanto às especulações sobre a minha saída da TVI, isso só aconteceu por o meu grupo de amigos mais chegados incluírem pessoas da SIC, e também, claro, por ter sido lá que comecei, na altura como jornalista. Nunca esteve em causa a minha saída da TVI, apenas comuniquei a minha decisão de abandonar o programa Quem Quer Ganha. Uma decisão que, garanto, foi muito ponderada e difícil.

- Começou em 1999 na SIC. Em Março assinalou dez anos a trabalhar em televisão. O que mudou numa década de vida?

- Tudo! Cresci! Era uma miúda e agora já não sou. [risos] Tudo na minha vida mudou. Quando saímos da universidade, não temos experiência profissional, e a de vida também é pouca. Por isso, considero que, ao nível de crescimento emocional e de experiência de vida, estes dez anos foram mais alucinantes do que os próximos dez vão ser. Entre os 22 e os 32 anos fui mãe, cresci e amadureci. Em termos profissionais, sempre fiz um percurso muito ponderado, evitando dar passos maiores do que a perna. Não quero estar aqui apenas dois dias.

- A Carolina tem quase sete anos. Como tem sido viver a experiência da maternidade?

- É a melhor coisa do mundo. Esta deve ser a resposta mais repetida pelos pais por esse mundo fora, mas é uma dádiva e uma bênção poder ver a minha filha crescer feliz e com saúde, estar ao seu lado todos os dias e poder apreciar e também aprender com o seu crescimento.

- A Carolina tem algum fascínio especial pela televisão?

- Nenhum. Ela não se deslumbra, porque é algo absolutamente normal, uma vez que tanto a mãe como o pai trabalham em televisão.

- Não é segredo que a sua vida pessoal está profundamente ligada à televisão. Do relacionamento com Pedro Mourinho nasceu a sua filha, e neste momento vive com o realizador Vasco Vilarinho...

- É normal. Acontece a todos. [risos] É natural que pessoas que trabalham em televisão façam a sua vida, até a pessoal, na televisão, como é natural que quem é bancário faça a vida no banco. É natural, uma vez que passamos muitas horas juntos e somos quase obrigados a conviver.

- E até falam a mesma linguagem...

- É verdade. Percebem-se os problemas, os dramas e consegue-se ser mais solidário.

- Vive uma relação estável. A sua filha nunca lhe pediu um irmão?

- Pediu um irmão ao pai e já tem. [risos] Chama-se Miguel e tem dois anos.

- Existe a ideia feita de que a entrada nos 30 marca o início de uma nova etapa de vida. Aconteceu-lhe mudar quando passou os 30 anos?

- Sim, acho que mudei. Estou muito mais tranquila e desacelerada. Vivo noutro ritmo e aprecio muito mais as coisas simples da vida. Sou uma mulher muito tranquila e satisfeita com as opções que fiz na vida. Também aprendi que, para ser feliz, é preciso ter uma rotina. É essa estabilidade que dá tranquilidade e que depois permite saborear a quebra de rotina.

- Nessa quebra de rotina gosta de surpreender ou de ser surpreendida?

- Gosto muito de fazer surpresas e adoro ser surpreendida. Sejam flores, um fim-de-semana fora ou simplesmente chegar a casa e ter a mesa posta, linda e maravilhosa, à minha espera. São aquelas surpresas de que todas as mulheres gostam. [risos]

- E casamento? Também faz parte daqueles sonhos de que todas as mulheres gostam? A verdade é que a Iva não chegou a casar-se, apesar de algumas pessoas pensarem que sim...

- [risos] É verdade, nunca me casei. Quanto ao resto, não sei, como também não sei onde vou estar nos próximos dez anos. Até agora, não aconteceu, mas nunca se sabe.

- Por que razão evita surgir em público com o seu companheiro?

- Quero que a minha intimidade seja só minha e faço tudo para preservá-la. Não me exponho, e quando falo de alguns pormenores mais pessoais, faço-o por respeito ao público. Tenho uma vida normal e não me ando a esconder.

- Foi nesse contexto que, no aniversário de Nuno Santos, chegou com o Vasco?

- Nesse dia, sabia que estariam jornalistas e fotógrafos no local, e fui acompanhada pela simples razão de considerar que não tenho de deixar de viver a minha vida só para evitar ser fotografada. Não fiquei incomodada, porque sabia o que iria acontecer. A amizade com o aniversariante justificou a situação, uma vez que, por norma, nos eventos públicos, ou vou sozinha ou com uma amiga, como nos Globos de Ouro, em que estive com a Rita Ferro Rodrigues.

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