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Alex Smith

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A escolha de... Alex Smith

Foi guarda-redes do F.C. do Porto, formou-se em Farmácia, mas acabou por se apaixonar pela música. Depois do sucesso na 'Operação Triunfo', decidiu gravar o primeiro álbum.

Andreia Guerreiro
18 de junho de 2009, 10:10

Filho de um engenheiro civil português e de uma professora universitária inglesa, Alexandre Smith Amaral nasceu em Manchester, mas veio morar para o Porto ainda criança. Depois de ter jogado como guarda-redes no Futebol Clube do Porto, e de se ter licenciado em Ciências Farmacêuticas, descobriu a paixão pela música e decidiu inscrever-se no programa Operação Triunfo, onde foi várias vezes nomeado favorito do público. Mais tarde foi candidato a representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, com o tema Obrigatório Ter, e agora, aos 26 anos, acaba de lançar o seu álbum de estreia, composto por dez temas originais.

O BAR
Vintage

Adoro o Vintage café-concerto, no Porto. É um espaço que possui as vertentes lúdica e cultural em simultâneo. Podemos conversar com os amigos, visitar uma exposição de fotografia ou pintura, assistir a um concerto de jazz ou bossa-nova, sempre num ambiente elegante e agradável.

O FIM-DE-SEMANA
Turismo rural

Nada melhor para descansar do que passar o fim-de-semana numa pou-sada de Portugal ou fazer turismo rural no interior do nosso país. Quer seja no Verão, para poder relaxar ao sol e dar longos passeios a pé, ou no Inverno, para poder estar debaixo dos cobertores em frente à lareira, o mais importante é o contacto com a Natureza e relembrar que a vida não é apenas o stresse quotidiano da cidade.

O RESTAURANTE
Vintage e Tromba Rija

Dá-me imenso prazer jantar fora com os amigos. O Vintage tem um ambiente intimista e recatado, e pode deliciar o paladar com o magret de pato ou o bacalhau com broa ao som reconfortante de muito boa música. Outro restaurante que é de comer e chorar por mais é o Tromba Rija, em Leiria.

O LIVRO
'Equador'

O último que li foi o Equador, de Miguel Sousa Tavares. Gosto de romances densos e dramáticos, à semelhança de Os Maias, de Eça de Queiroz. Um livro que marcou a minha infância foi O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, de que as 'misses' tanto gostam. O Estrangeiro, de Albert Camus, marcou a minha adolescência e é para mim, ainda hoje, uma referência.

O CD
'Igual a Mim'
Posso dizer que neste meu álbum poderemos encontrar diversos estilos musicais, com canções pop, hip-hop, baladas, temas acústicos, mas que acabam por estar todos ligados de uma forma agradável e harmoniosa.

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