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Cinha Jardim: "O grupo de forcados de Montemor proporcionou uma das melhores pegas que já vi"

Cinha foi uma das espectadoras mais atentas da Grande Corrida CARAS, já que dificilmente perde uma tourada, espectáculo do qual destacou a presença do grupo de forcados

Andreia Guerreiro
15 de junho de 2009, 11:36

É sabida a afición de Cinha Jardim pela festa brava, que assim que começa a temporada tauromáquica tenta acompanhar todas as corridas de touros. O gosto vem de família, e já conseguiu passá-lo para as duas filhas, Pimpinha e Isaurinha, que a acompanham sempre que possível. Desta vez, foi na companhia da filha mais nova e da irmã mais velha, Patuxa Jardim, que a comentadora do programa Você na TV! compareceu na Grande Corrida CARAS, no Campo Pequeno. "A Isaurinha é completamente aficionada como eu. A Pimpinha costuma acompanhar-me, mas não tem tanto gosto como nós pela tourada. Este é um espectáculo fantástico, onde me emociono sempre imenso. Todos os anos vejo dezenas de touradas e há muito tempo que não via um grupo de forcados como este, de Montemor, que proporcionou das melhores pegas que já vi." Duas semanas depois de ter chegado de Hollywood, onde tem estado com alguma frequência desde que foi convidada para ser o elo de ligação entre a produção cinematográfica americana e Portugal, Cinha tem estado, como já é habitual, numa grande azáfama, até porque este ano vai desfilar pela última vez como madrinha das Marchas de Alfama, já no próximo dia 12.

Cinha Jardim na Grande Corrida da CARAS
Cinha Jardim na Grande Corrida da CARAS
Luís Coelho / Mike Sergeant
"Tem sido uma experiência fantástica e fiquei muito satisfeita por me terem escolhido para ajudar e escolher o elenco do filme que reunirá actores portugueses e americanos e que conta a história de umas corridas de automóveis nos anos 50 e 60. Estou a ajudar a estruturar este filme, que em princípio se chamará Le Mans cá em Portugal, mas eles convidam-me também para lá ir imensas vezes. De certa forma, credibilizo o projecto cá, que só não andará para a frente se o nosso governo colocar entraves. O meu grande objectivo é projectar Portugal no mapa americano."
Foi com um sorriso que explicou que, embora esteja a viver, de certa forma, 'o sonho americano', Cinha não trocava Portugal por nada.
"Não era capaz de me mudar para lá. É um local onde sempre quis chegar e viver de perto, por isso, sinto-me muito afortunada. Agradeço muito a Deus, mas se calhar a minha personalidade também tem ajudado."

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