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Fátima Lopes, Horácio Roque e Paula Caetano

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Victor Freitas

Mulheres portuguesas vestem-se a rigor para falar sobre o coração

Manuel Carrageta, Guta Moura Guedes, Dalila Araújo e António Peres foram algumas das figuras centrais desta gala, que tem como objectivo sensibilizar as mulheres para as doenças cardiovasculares

Melissa Tavanez
7 de junho de 2009, 12:34

Há causas que apelam ao coração e prevenir as doenças cardiovasculares nas mulheres é, com certeza, uma delas. Desde 2006 que caras conhecidas da nossa sociedade são convidadas para vestir esta causa da Fundação Portuguesa de Cardiologia em parceria com a Peres n' Partners. Ao aderir a esta iniciativa, cada mulher doa um vestido vermelho, que depois será utilizado em acções de sensibilização. Este ano, Dalila Araújo, Teresa Caeiro, Rosa Mota, Elvira Fortunato, Estela Barbot, Guta Moura Guedes, Manuela Moura Guedes, Rita Ribeiro e Katia Guerreiro foram as nove mulheres convidadas para se juntar a esta causa.
Obedecendo à cor da festa, Dalila Araújo, governadora civil de Lisboa, compareceu a este evento e revelou à CARAS quais são os segredos para ter um coração que não falha: "Ser uma mulher de vermelho é uma responsabilidade, porque temos de ter hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação muito regrada e prática de desporto. Agora tenho mesmo de manter esse estilo de vida. E claro que estarmos de bem connosco, de bem com a vida e com aqueles que nos rodeiam é fundamental. O bem-estar psicológico vê-se também a nível físico. A vida é difícil, as coisas não são cor-de-rosa, mas temos sempre de tirar o que de melhor ela tem."
Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, também valorizou a qualidade das emoções para obter um coração saudável: "Ao contrário do que se pensa, as mulheres têm um coração muito vulnerável. Antes, havia aquela ideia de que as mulheres sofriam muito do coração, mas não morriam disso, só os homens. E não é bem assim... Por isso é necessário sensibilizar as mulheres. A cor vermelha é uma cor de alerta, de perigo e de força. E este vermelho representa a força no feminino. Para além de uma vida com hábitos saudáveis, é essencial que as pessoas sejam felizes." Depois de terem feito as honras da casa, Manuel Carrageta e António Peres agradeceram a presença de todos no jantar, que decorreu no Casino Lisboa. Enquanto as conversas animadas acompanhavam a refeição, as manequins de Fátima Lopes surgiram numa plataforma móvel com os vestidos doados pelas mulheres de vermelho de 2009. A estilista é, aliás, uma das mulheres que já aderiram a esta causa e o seu vestido, bem como os de outras caras conhecidas, pôde ser visto por todos os que passaram pelo espaço de diversão lisboeta, já que a organização decidiu criar uma exposição. Após o desfile, a gala continuou pela voz de Mafalda Arnauth, que conquistou os convidados deste jantar, entre os quais estavam Horácio Roque e Maria Barroso, que também tinha um vestido seu em exibição.

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