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Nicolau Breyner na antestreia de ‘O Último Condenado à Morte’

Nicolau Breyner na antestreia de ‘O Último Condenado à Morte’

Paulo Jorge Figueiredo

Nicolau Breyner mostra-se optimista: "Graças a deus está tudo muito bem"

Na antestreia de 'O Último Condenado à Morte', Nicolau falou da importância do trabalho e da família numa altura em que enfrenta um cancro

Melissa Tavanez
6 de junho de 2009, 14:05

Por impedimentos de última hora, Nicolau Breyner não contou com a mulher, Mafalda Bessa, nem com as filhas na estreia de O Último Condenado à Morte, filme de Francisco Manso já em cartaz, em que o actor faz parte do trio de protagonistas, que é composto ainda por Ivo Canelas e Maria João Bastos.
Com um bronzeado digno de nota, falou do seu estado de saúde - foi-lhe diagnosticado recentemente cancro da próstata -, embora sem se alongar. "Graças a Deus está tudo muito bem, basta que olhe para mim", disse-nos, com o seu habitual bom humor. Aliás, Nicolau Breyner não é um homem de viver dramas fora do grande ecrã, é antes um homem de assumidas paixões.
A sua paixão pela representação, por exemplo, é uma boa ajuda nesta fase: "O trabalho de um modo geral é sempre um incentivo para ultrapassarmos obstáculos, quando temos sonhos, metas a atingir, interesses... É sempre bom", referiu, adiantando: "Mas há outras coisas muito importantes, como, por exemplo, a família."
Apesar dessa paixão, Nicolau Breyner não deseja que as filhas sigam os seus passos. "Acho que Portugal ainda não é um país a sério para se viver desta profissão. Nós lutamos, fazemos coisas, mas temos uma falta de apoio total da parte dos nossos governantes. O cinema não pode pagar os impostos que paga! Façam uma indústria de cinema, valorizem e promovam o cinema português e aí, sim, valerá a pena."

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