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Ana López, mulher de José Antonio Reyes, jogador do Benfica

Ana López, mulher de José Antonio Reyes, jogador do Benfica

João Lemos

Ana López fala sobre os seus desejos: "Gostava de ficar a viver em Portugal"

Andreia Guerreiro
16 de maio de 2009, 16:01

Mal entrou no estúdio, a altura e a beleza de Ana López chamaram a atenção de todos. Mas se a imagem altiva pode intimidar, quando se começa a falar com a manequim, a sua simpatia e a simplicidade da sua atitude acabam com qualquer constrangimento. A modelo, de 27 anos, nasceu em Madrid, mas quis o destino que tivesse de ir até Londres para conhecer um outro espanhol, o jogador de futebol José Antonio Reyes, de 25 anos. A atracção foi imediata e, sem qualquer sacrifício, Ana mudou de vida para estar sempre ao lado do marido.
Há oito meses, o jogador integrou a equipa do Benfica e trouxe a mulher e o filho, José Antonio, agora com 18 meses, para Lisboa. A amabilidade e o acolhimento dos portugueses convenceram o casal, mas ainda não é certo se o futuro passa por continuar cá.
Foi sobre a vida que leva ao lado de um dos mais conhecidos jogadores do campeonato português e sobre os desafios que se seguem que a CARAS falou com a manequim.
- Como é que uma estudante de gestão de empresas foi parar à moda?
Ana López - Venho de uma família humilde e muito trabalhadora. E desde muito pequena que fui habituada a dar muito valor ao trabalho. Sempre gostei de estudar, mas também gostava do mundo da moda.
- E foi fácil uma rapariga humilde integrar-se no mundo competitivo da moda?
- Foi. Escolhia sempre os trabalhos que fazia e optava por aqueles que não me obrigassem a estar muito tempo longe da minha família e fora do ambiente a que estava habituada. E a minha prioridade sempre foram os estudos. Por isso, a moda era um complemento, não era o objectivo principal da minha vida.
- Mas, neste momento, a sua ocupação principal é ser mãe...
- Sim. Neste momento o mais importante é estar com o meu filho. Claro que não descarto a possibilidade de retomar a minha carreira na moda, mas nesta fase tenho outras prioridades.
- Foi fácil conquistar um jogador de futebol?
- Mal nos conhecemos sentimos uma atracção mútua imediata. Depois, começámos a conhecer-nos melhor. Falávamos muito ao telefone e nunca mais nos largámos. E espero que a nossa relação nunca acabe.
- Como é que têm sido estes anos de vida em comum com o José Antonio?
- Têm sido maravilhosos. Ainda parece que estamos a viver o primeiro ano da relação, durante o qual tudo é bonito. Vivemos o dia-a-dia com muito carinho e respeito. Temos uma relação de muita confiança, de amor e de grande partilha.
- E gosta da vida que tem ao lado de um jogador de futebol?
- Sim. Claro que às vezes é complicado, porque num ano estamos a viver numa cidade, no ano a seguir já estamos noutra... Todos temos necessidade de estabilidade. Mas a nossa casa é onde estão os nossos sentimentos. E desde que estejamos juntos, não há nenhum sítio onde não possamos viver. Se o trabalho assim o exige, nós fazemos.
- E como é que é o José no dia-a-dia?
- É um excelente pai e marido. É uma pessoa nobre, humilde, muito trabalhadora e amiga dos seus amigos. Para mim, é um homem lindo. Também é muito carinhoso. O meu marido tem um mimo para mim todos os dias. Ou me traz flores ou me leva o pequeno-almoço à cama. Ele tem muitos gestos bonitos e está sempre preocupado em saber como estou, se preciso de ajuda...
- Entretanto, foram pais. A chegada do José mudou a vossa vida?
- Ter um filho é a experiência mais incrível que podemos ter na vida. Como todas as mães, acho que tenho um bebé lindo com a pessoa que escolhi para a minha vida. Sou uma mulher muito feliz. E, neste momento, todo o meu tempo é para a minha família.
- Mas não sente que está a abdicar de si e da sua carreira para se dedicar à sua família?
- Sim, mas não me arrependo de nada. Estou a viver uma fase da minha vida muito plena. E o que me deixa realmente feliz e realizada é poder fazer a minha família feliz. Não é algo que faço só por eles. Também o faço por mim.
- Quando voltar a trabalhar, quer dedicar-se à moda ou à gestão?
- A verdade é que não descarto nenhuma das hipóteses. Sei que a carreira de manequim é mais limitada, e por isso é que apostei sempre nos estudos. E sinto que é importante ter alguma rotina na minha vida, ter horários.
- Vieram há cerca de oito meses para Portugal. Como é que tem sido a vossa integração?
- Está a correr muito bem. As pessoas têm sido muito simpáticas, acolhedoras e prestáveis, e isso tem ajudado a que nos sintamos bem cá. A língua também se percebe bem... Fomos recebidos com muito carinho. E o José gosta muito de estar cá. Eu gostava de ficar a viver cá mais algum tempo. - Recentemente, surgiram notícias que davam como certa a saída do seu marido do Benfica...
- Tanto eu como o meu marido ainda não sabemos de nada. Têm surgido notícias, mas ainda não há nada de oficial. Se tivermos de regressar a Madrid, regressamos. Mas gostava de ficar a viver em Lisboa. Gostamos muito da cidade, das pessoas, e sentimo-nos muito bem aqui. O José tem a família dele cá. Eu não tenho a minha, mas meto-me rapidamente num avião e vou até Espanha.

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