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Alzira e João José Oliveira juntam familiares e amigos para celebrar as bodas de ouro com uma festa marcante

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Alzira e João José Oliveira juntam familiares e amigos para celebrar as bodas de ouro com uma festa marcante

A Quinta do Torneiro, em Oeiras, foi o sítio escolhido pelo casal para celebrar um amor que já dura há mais de meio século.

Redacção Caras
15 de abril de 2009, 00:00

Alzira Monteiro sabia apenas que João José Oliveira era engenheiro e um galã, mas, mesmo assim, ligou-lhe. Como não a conhecia, nem sequer tinha ouvido falar dela, João José desligou-lhe o telefone na cara. E foi assim que começou uma história de amor. Apesar de terem tido um princípio pouco auspicioso, a então estudante de Farmácia conquistou o engenheiro e, passados cinco anos de namoro, o casal subiu ao altar, a 12 de Abril de 1959. Após 50 anos de aventuras partilhadas a dois, de três filhas e de nove netos, Alzira e o marido fizeram questão de comemorar as bodas de ouro com os familiares e amigos, que, de certa forma, também os ajudaram a construir este romance quase de novela. Mais de cem pessoas reuniram-se na Quinta do Torneiro, em Oeiras, para partilhar com os aniversariantes mais este passo na sua relação. Depois de uma missa, durante a qual trocaram novamente alianças, e de um jantar cheio de surpresas, João José partilhou com a CARAS o segredo para uma relação tão longa e feliz: "Durante qualquer casamento há dias que não correm tão bem, mas sempre conseguimos ultrapassar tudo, aceitando as qualidades e os defeitos de cada um. E o amor também nunca acabou. Somos muito diferentes e complementamo-nos. A minha mulher tem muita energia e, se não fosse ela, acho que eu não tinha conseguido algumas coisas que consegui." E foram esta energia e a alegria contagiantes que a levaram a dar o primeiro passo para falar com o marido. Aliás, esta capacidade de iniciativa continua a fazer parte do carácter da antiga estudante de Farmácia, que ainda hoje não se inibe de 'roubar' carinhos ao marido, mais reservado:: "Eu sou mais atrevida. [risos] Ele fica sempre à espera. Mas o facto de eu ter tomado a iniciativa e de lhe ter ligado só revela que fui uma mulher perspicaz. Na primeira vez que vi o meu marido, achei logo que era muito giro. E percebi que era uma pessoa muito ponderada, porque se assim não fosse, não desligava o telefone a uma mulher que não conhecia."

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