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Yolanda Noivo: "Uma decisão tomada em horas pode mudar a nossa vida"

Yolanda Noivo: "Uma decisão tomada em horas pode mudar a nossa vida"

Yolanda Noivo: "Uma decisão tomada em horas pode mudar a nossa vida"

Aos 52 anos, a empresária ainda se pergunta como teria sido a sua vida se, no início dos anos 80, tivesse optado por permanecer em Paris a trabalhar como manequim.

Redacção Caras
31 de março de 2009, 00:00

Foi a primeira portuguesa a desfilar em Paris, trabalhou como manequim durante quatro anos apenas, mas atingiu uma notoriedade tal que ainda hoje é reconhecida como modelo. Na época, início dos anos 80, os responsáveis de algumas casas de alta-costura francesas tentaram persuadi-la a ficar em Paris, mas, depois de reflectir, Yolanda Noivo decidiu regressar a Portugal. "Se tivesse aceite esses convites, provavelmente ainda hoje lá estaria a viver...", arrisca a empresária, que agora se dedica à sua empresa de comunicação empresarial e produção de eventos, a Ypsilon, que gere em sociedade com o marido, Carlos Noivo, de 56 anos, com quem está casada há 18. Durante um fim-de-semana prolongado na Madeira, a empresária revelou à CARAS que a sua vida poderia ser muito diferente, mas foram as experiências por ela vivenciadas, as boas e as menos boas, que a transformaram na mulher que hoje é, dando como exemplo os cinco anos durante os quais trocou a capital do País pela Marinha Grande para abraçar um projecto profissional de design de peças de vidro. Sentiu falta do cosmopolismo mas, por outro lado, criou laços tão fortes com os filhos, Inês, de 21 anos, fruto do seu primeiro casamento, e António Maria, de 14, que sente que os sacrifícios valeram a pena. - Deve ter sido difícil afastar-se de casa durante cinco anos... Yolanda Noivo - Foi dificílimo, mas acabou por ser muito compensador pela natureza do meu trabalho, pelo desafio profissional, que adorei. A nível pessoal, foi extremamente complicado, porque sou muito agarrada à minha família, à minha casa, e foi difícil estar separada. Por outro lado, sentia muito a falta de ir a espaços culturais, de recreio ou de restauração a que não tinha acesso em São Pedro de Moel. Vivia muito fechada entre a minha casa e a fábrica, e faziam-me falta os amigos, por exemplo.

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