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Barack e Michelle Obama: Casal unido, ocupações distintas

Barack e Michelle Obama: Casal unido, ocupações distintas

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Enquanto o presidente foi recebido por Jay Leno, a primeira-dama foi anfitriã de um jantar na Casa Branca

Redacção Caras
20 de março de 2009, 00:00

Michelle Obama sempre fez saber que não ficaria na sombra do marido e, por isso, desde que se instalou na Casa Branca com a sua família, a primeira-dama dos Estados Unidos tem estado envolvida numa série de actividades. Seja com ou sem o marido a seu lado, o empenho e dedicação são semelhantes. Ainda ontem à noite, enquanto Barack Obama esteve no The Tonight Show e protagonizou aquele que Jay Leno definiu com "o programa mais estimulante da [sua vida]", a sua mulher recebeu cerca de 110 estudantes, do sexo feminino, que frequentam escolas secundárias da zona de Washington, para celebrar o 'Mês das Mulheres'. A noite contou com as actuações de Sheryl Crowe e Alicia Keys. Por sua vez, o programa televisivo decorreu em ambiente descontraído e o apresentador norte-americano brincou com o presidente, que se mostrou sempre muito bem-disposto e animado. "Muitas pessoas ficaram surpreendidas pelo presidente ter vindo à NBC. Nestes últimos tempos, ele já deve estar cansado de empresas à beira do abismo", afirmou Leno, no intuito de fazer alusão às críticas que Obama recebeu por participar num talk show, enquanto o país enfrenta uma grave crise económica. Mas, Obama não se deixa intimidar pelos comentários negativos dos senadores e outros parceiros políticos e garante que tem capacidade para fazer duas coisas ao memo tempo.A presença de Obama no programa ficou também marcada por uma piada que envolveu deficientes, pela qual o presidente fez de questão de pedir desculpas logo que saiu do estúdio. Enquanto falava com o apresentador, o chefe de Estado norte-americano revelou que tem estado a treinar bowling na Casa Branca, mas que não tem obtido grandes resultados, afirmando inclusivamente que a sua performance mais "parecia os Jogos Paraolímpicos ou algo assim". Na sequência do sucedido, Tim Shriver, presidente desta organização, afirmou: "Ele demonstrou o seu arrependimento e desculpou-se. Disse ainda que não queria de modo nenhum humilhar a população deficiente". Aliás, o presidente dos Estados Unidos aproveitou mesmo para convidar os atletas paraolímpicos a visitarem a Casa Branca e desfrutarem de um jogo de bowling ou de basquetebol.

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