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Fátima Roque transforma 58.º aniversário em noite solidária

Fátima Roque transforma 58.º aniversário em noite solidária

Fátima Roque transforma 58.º aniversário em noite solidária

A economista e professora universitária ofereceu um jantar na sua casa para 58 amigos

Redacção Caras
13 de março de 2009, 00:00

É conhecida pelo seu carácter solidário, especialmente a favor da comunidade africana. Por isso, nenhum amigo estranhou que a economista e professora universitária Fátima Roque pedisse para, no dia do seu 58.º aniversário, comprarem presentes para crianças desfavorecidas em vez de lhos darem a ela. "Tudo isto surgiu no seguimento de uma conversa que tive com o presidente da Líbia, Muammar Kadhafi, por ocasião da sua estada em Portugal. Ele sentiu que devia fazer algo pela comunidade africana que vive no nosso país, e eu prontifiquei-me a ajudar. Como no passado já tinha feito várias campanhas, lembrei-me que na Quinta do Mocho, uma das zonas mais desprotegidas, se poderia fazer um ATL, cuja primeira pedra será colocada na Páscoa. Juntando a tudo isto, resolvi ajudar também e pedir aos meus amigos para oferecerem brinquedos para estas crianças", explicou a aniversariante, que recebeu os amigos em sua casa, no Monte Estoril, e esclareceu que até gosta de fazer anos. "Convivo muito bem com a minha idade, sinto-me com muita saúde e cada vez com mais energia e causas para defender", justificou, sorridente.Maria Barroso foi uma das convidadas e contou-nos que conheceu a ex-dirigente da UNITA antes do 25 de Abril, continuando a sentir hoje a admiração que já então sentia por ela. "A Fátima é uma grande mulher, lutadora, inteligente e corajosa, que aprecio muito."Maria José Nogueira Pinto, outra das convidadas, conheceu a aniversariante na sede da UNITA, em Angola, e desde então mantêm uma grande amizade. "Temos juntas um percurso pela paz e democracia que cimenta uma amizade e cumplicidade muito grandes", revelou a jurista.Teresa Roque, a filha mais velha de Fátima (a mais nova, Cristina, não pôde comparecer por estar em Angola), fez questão de salientar o carácter solidário da mãe. "Acho esta ideia fantástica e tem tudo que ver com a minha mãe, que dedicou a sua vida às pessoas mais desprotegidas", revelou, visivelmente feliz.

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