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Ivanka Trump: "Adoro trabalhar perto da família e fazer aquilo de que gosto"

Redacção Caras
3 de fevereiro de 2009, 00:00

Jovem, charmosa, elegante, inteligente e dinâmica, Ivanka Trump é também uma mulher de carreira. Apesar de ter dado os primeiros passos profissionais no mundo da moda, a filha do magnata norte-americano Donald Trump e da ex-atleta olímpica checa Ivana Trump optou por deixar para trás essa profissão, por achar que não era "a carreira certa", e continuar os estudos, licenciando-se em Ciências Económicas na Wharton School da Universidade da Pensilvânia.A viver actualmente na imponente torre Trump, em Nova Iorque, onde usufrui de uma fantástica vista sobre o Central Park, Ivanka, de 27 anos, seguiu as pisadas profissionais do pai e é actualmente vice-presidente do Departamento de Desenvolvimento e Compras do império Trump. Aliás, como o empresário multimilionário sempre detestou viajar, a ex-manequim assumiu os negócios da família no Dubai e no Havai. Para além da carreira no mundo da restauração, a empresária tem também uma colecção de jóias com a sua assinatura "para as mulheres modernas e sofisticadas, que gostam de jóias tanto como eu própria", concretiza.A CARAS teve uma conversa informal com Ivanka Trump, que transmitiu a imagem de uma trabalhadora esforçada e de uma pessoa indiferente a críticas, assim como de uma jovem que tenta encontrar o equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal, pois, como afirma, é "bastante nova" e precisa de se divertir. "Ter viajado pelo mundo na adolescência aprofundou os meus conhecimentos culturais e a minha experiência." - A Ivanka trabalhou como manequim durante a sua adolescência. Fale-me um pouco desses tempos...Ivanka Trump - Foi uma época definitivamente memorável e diverti-me muito a fazê-lo, mas percebi que não era exactamente a carreira certa para mim. - Aprendeu alguma coisa nessa altura que hoje considere uma mais-valia?- Penso que ter viajado pelo mundo na adolescência aprofundou os meus conhecimentos culturais, assim como a minha experiência de vida. Costuma dizer-se que os homens e as mulheres de negócios são duros, mas descobri que não há ninguém mais duro e mais amargo que uma modelo de catorze anos sem vigilância. Um grupo de gente jovem com essa idade, e com as inseguranças a aumentarem, pode ser muito mau. Essa experiência na minha adolescência acabou por me tornar insensível a críticas. - Abandonou essa carreira e optou por voltar a estudar e entrar na universidade. A que se deveu essa decisão?- Gostei muito de fazer passagem de modelos, no entanto, não era o meu plano para a vida. Sabia que queria aprender o negócio da família e conquistar um nome nesta indústria. Isso sempre foi a minha grande prioridade. "Queria aprender o negócio da família e conquistar um nome na indústria. Sempre foi a minha grande prioridade." - Não se arrepende, portanto, dessa decisão...- Não, de todo. - O seu apelido é conhecido em todo o mundo. Pensa que o seu nome lhe abriu algumas portas na carreira?- Ajudou-me, tendo em conta o ramo que segui e a importância que o meu apelido tem nesta área. E eu adoro poder trabalhar perto da minha família, especialmente a fazer o que gosto. - O facto de ser a filha do "chefe" fá-la esforçar-se ainda mais?- O meu pai desafia-me a trabalhar mais arduamente a cada dia que passa. A disciplina dele ajudou-me a manter os pés assentes na terra, enquanto o seu encorajamento me incentivou a tornar-me a pessoa que sou hoje. - Considera que o facto de ser jovem e bonita é uma vantagem ou uma desvantagem no seu trabalho?- Para ser sincera, tento não pensar nisso. Existem vantagens por ser mulher, mas nunca uso a minha aparência nas negociações. Talvez os homens não estejam acostumados a negociar com uma mulher e, por isso, por vezes, podem subestimar-me, o que normalmente reverte a meu favor. É um facto que é pouco usual que uma mulher atinja o patamar que eu atingi e há algumas pessoas que não gostam disso. "Casar e ter filhos é uma das coisas mais gratificantes que uma mulher pode fazer." - Com o ritmo de trabalho, que imagino que tenha, a Ivanka consegue ter tempo suficiente para si?- Tento manter um equilíbrio entre a minha vida profissional e pessoal. Por muito exigente que seja o meu trabalho, tento lembrar-me que sou bastante nova e que é importante divertir-me um bocado. - Será a Ivanka quem vai assumir os negócios do seu pai daqui a uns anos?- A minha família é muito unida e apoiamo-nos uns aos outros nas diferentes tarefas pelas quais somos responsáveis. E sempre iremos trabalhar juntos, quer no negócio de família, quer na vida. - Como disse por diversas vezes, cresceu rodeada pelas belas jóias da sua mãe. Fale-me um pouco da sua própria colecção de jóias...- Eu queria fazer algo único e belo, mas ao mesmo tempo algo com que me identificasse. As jóias vistosas sempre me estiveram no sangue, cresci a adorá-las e a sequência lógica era criar peças com a minha própria assinatura. Não apenas para mim, mas também para as mulheres modernas e sofisticadas que gostam de jóias tanto quanto eu. "O meu pai desafia-me a trabalhar mais arduamente a cada dia. A disciplina dele ajudou-me a manter os pés assentes na terra." - No seu entender, a sua personalidade assemelha-se mais à do seu pai ou à da sua mãe?- Penso que sou uma mistura dos dois. Nos meus objectivos e direcção profissional, saio mais ao meu pai, no meu sentido de estilo, independência e força, assemelho-me mais à minha mãe. - Casar e ter filhos faz parte dos seus planos futuros?- Sim, sem dúvida. É uma das coisas mais gratificantes que uma mulher pode fazer. E daqui a dez ou quinze anos, quando olhar para trás, não quero ver que perdi tudo isso.

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