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Tristana Esteves Cardoso ansiosa por ter o filho nos braços: "O António foi muito desejado"

Redacção Caras
8 de janeiro de 2009, 00:00

Apaixonada e visivelmente feliz, Tristana Esteves Cardoso, de 27 anos, esteve no Porto para fazer as últimas compras para o seu primeiro filho. A pouco mais de um mês do nascimento de António, a filha de Miguel Esteves Cardoso falou à CARAS do amor que sente pelo pai do filho, Bruno Coutinho, de 27 anos. E, apesar de reservada no que toca à sua vida privada, a relações-públicas e filósofa afirma que conhece o engenheiro civil há tempo suficiente para ter a certeza de que é o homem da sua vida. Em harmonia, o casal espera com ansiedade o nascimento do bebé, que foi muito desejado. - Como se sente, agora que só falta um mês para ser mãe?Tristana Cardoso - Muito bem. Até agora não tive nenhuma complicação. Faço muito exercício e estou a ser acompanhada por uma fisioterapeuta que me faz massagens específicas que melhoram a circulação. E tenho menos fome do que é habitual, por isso até agora não engordei muito. "Nunca teria um filho com uma pessoa que não tivesse a certeza de que é para toda a vida." - Parece gostar de estar grávida...- Poderei escandalizar algumas pessoas, mas na verdade não gosto. Sou hiperactiva e, apesar da gravidez estar a correr maravilhosamente, estou menos activa. Quero ter mais filhos, mas custa-me pensar que são mais nove meses assim... [risos] - E o Bruno, como está a acompanhar a gravidez?- Estamos os dois a viver um momento muito feliz. O Bruno é o homem que amo e tenho a certeza que é o homem da minha vida, portanto, ter um filho dele deixa-me plenamente realizada. Queríamos muito ter um filho juntos. O António foi feito com muito amor e é uma bênção. - Acha que ele vai ser um pai presente?- Claro que vai. Ele tem acompanhado todos os momentos até aqui, está sempre ao meu lado, fala imenso com o António e tem uma relação muito próxima com o bebé. "Gostávamos de ter uma menina, vamos tentar até conseguir uma filha." - Faz parte dos vossos planos oficializarem a relação depois do nascimento do António?- Ter um filho e casarmo-nos são duas coisas distintas. Sei que o Bruno é o homem da minha vida e é verdade que falamos em casamento, mas cada coisa a seu tempo. Não faz sentido as pessoas casarem-se porque vão ter um filho e, sim, porque se amam e querem passar o resto da vida juntas. E eu nunca teria um filho se não tivesse a certeza de que é para toda a vida. - Dá-lhe segurança ter tantas certezas, com apenas 27 anos?- Tenho a certeza de muitas coisas há algum tempo. Quando as coisas são feitas com amor, tudo se contorna, tudo acaba por correr bem. Neste momento vivo de/e para o amor. Do meu filho e do meu companheiro, melhor amigo e confidente. - Já pensa muito no parto?- Não gosto muito de falar do parto, porque tenho horror, mesmo medo. Vou pensar no pior, para depois parecer fácil. Já fiz o curso de preparação, estou a fazer natação pré-parto, tudo para que corra bem. E por falar em parto, decidi fazer a criopreservação das células pela BebéVida, que é uma segurança muito grande para o futuro do bebé. "O Bruno tem-me acompanhado em todos os momentos, está sempre ao meu lado e fala imenso com o António." - Como é que a família recebeu a notícia?- Ficaram todos muito felizes. É o primeiro neto dos meus pais e o primeiro sobrinho da minha irmã Sara. Eu confesso que esperava uma menina, seria mais fácil, porque é um universo que conheço. Não tenho homens na minha família, por isso, será novidade. Mas ainda gostávamos de ter uma rapariga, portanto, depois do António, vamos tentar até conseguir uma filha. - O Bruno tem um filho de dez anos, o Duarte. Como é que ele recebeu a notícia da gravidez?- Ficou supercontente, porque da parte da mãe só tem irmãs e assim vai ter um mano para brincar. Ele e o pai são os melhores amigos e eu dou-me lindamente com o Duarte, é como se fosse meu filho também. - Qual o valor mais importante que querem transmitir ao António?- Amor! Eu e o Bruno completamo-nos. Somos muito parecidos, mas há coisas que nos distinguem, portanto, ele vai ter uma educação muito complementar. O importante é que ele aprenda a ser uma pessoa melhor todos os dias.

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