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Fernando Serrano: "Precisamos sempre do contraponto da família"

Fernando Serrano: "Precisamos sempre do contraponto da família"

Fernando Serrano: "Precisamos sempre do contraponto da família"

Vencida uma das maiores batalhas da sua vida, a actriz vai subir ao palco com uma peça intensa e comovente sobre Frida Kahlo

Redacção Caras
23 de dezembro de 2008, 00:00

"Adoro a riqueza do seu universo. É tudo um excesso de loucura, de alegria, de tristeza, onde se fala com a mesma intensidade da vida como da morte, enfim... ela foi uma lutadora muito divertida, perspicaz, e com um sentido de humor muito particular." É desta forma que Fernanda Serrano descreve Frida Kahlo, a pintora mexicana que sempre a fascinou, sobretudo pela forma optimista como encarava a vida, apesar de ter passado grande parte dela numa cama de hospital. Em Fevereiro, a actriz sobe ao palco do Auditório dos Oceanos, no Casino Lisboa, onde vai interpretar Viva La Vida - Frida Kahlo. Um monólogo intenso que retrata de uma forma íntima e comovente a vida da pintora desde o momento em que contraiu poliomielite, aos seis anos, até aos múltiplos acidentes que sofreu e que, entre diversos outros problemas de saúde, a impossibilitaram de ser mãe. Depois de uma fase muito difícil em que teve de enfrentar um cancro da mama, a actriz está mais empenhada do que nunca no trabalho, e a peça que se prepara para levar à cena parece ser perfeita para o momento que vive.- Vai ser um grande desafio subir ao palco, sozinha, e com uma peça bastante intensa e forte do ponto de vista emocional...Fernanda Serrano - Sem dúvida que sim, mas é um desafio ainda maior dar vida a uma mulher com esta dimensão, é muito assustador. Mas penso que é normal um actor ter um certo receio. No meu caso, porque coloco expectativas muito altas em relação à minha prestação e ao projecto em si, que espero sempre que seja o melhor. Quero muito surpreender-me a mim e às pessoas que tenho como referência. Porque não encaro isto como um emprego, é mais do que uma profissão, é um desafio constante.- Como têm corrido os ensaios?- Comecei a ensaiar há duas semanas... Tem sido agonizante, mas no fundo é aquele sentimento de que estou a concretizar um desejo muito antigo e pessoal. Ao mesmo tempo pergunto-me por que não fico em casa descansada, mas não seria eu se o fizesse.

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