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São Almeida: "Deus deu-me o dom de entender as crianças"

São Almeida: "Deus deu-me o dom de entender as crianças"

São Almeida: "Deus deu-me o dom de entender as crianças"

A empresária, que não foi mãe por opção, considera a sobrinha, Cláudia, a filha que nunca teve

Redacção Caras
22 de dezembro de 2008, 00:00

Foi uma escolha de São Almeida e do marido, Pedro Almeida, não terem filhos. Hoje, aos 53 anos, a empresária, sócia da loja Marias, na Baixa de Lisboa, tem na sobrinha, Cláudia Cardoso e Cunha, a filha que nunca teve, e nas sobrinhas-netas, Cláudia Maria, de quatro anos, e Madalena Maria, de 16 meses, a prova de que, mesmo sem ser mãe, tem uma "química muito especial" com todas as crianças. Na verdade, até nos negócios, São Almeida viu o seu destino cruzar-se com os mais pequenos, uma vez que abriu, no Seixal, o Colégio da Quinta, em sociedade com a sobrinha.Seja com a sobrinha ou com as sobrinhas-netas, percebe-se facilmente a grande cumplicidade que une a família. Uma relação que, inevitavelmente, se reforça ainda mais durante os preparativos para a grande noite de consoada. - O facto de não ter filhos retira magia ou importância à celebração do Natal?São Almeida - De todo. O Natal é vivido com muita intensidade. Em primeiro lugar, porque somos católicos e, depois, porque tem o valor acrescentado de reunir, sem falta, a minha família mais directa, com um destaque muito especial para a minha sobrinha e para as minhas sobrinhas-netas. Fazemos questão de estar todos juntos, ainda que isso já aconteça de uma forma muito regular durante todo o ano.

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