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Domingas Leite de Castro e Vítor Ferreira antecipam quadra perfeita

Redacção Caras
21 de dezembro de 2008, 00:00

Casados há seis meses, Domingas Leite de Castro, de 36 anos, e Vítor Ferreira, de 28, vão reunir os pais de ambos em sua casa no Natal. Foi em clima de lua-de-mel que a relações-públicas e o professor de ténis partilharam com a CARAS recordações de Natais passados e revelaram os seus planos para as festas deste ano. O cenário da conversa foi o mesmo do seu casamento, a 24 de Junho passado, a secular Casa do Ribeirinho. Este solar, no centro histórico de Matosinhos, pertenceu no séc. XVIII a António Bernardo de Brito e Cunha, liberal executado pelos miguelistas no sítio onde é hoje a Praça da Liberdade, no Porto, e é desde há 17 anos propriedade de um seu descendente, Rui de Brito e Cunha Leite de Castro, primo de Domingas. Devido a esta ligação familiar, a casa foi também o espaço onde Domingas comemorou alguns Natais da adolescência. Jovens, mas tradicionais, os recém-casados reafirmam ambos os valores que lhes foram incutidos em crianças e, apesar de terem tido experiências de vida distintas, é em harmonia que os pretendem transmitir aos filhos. Domingas e Vítor esperam aumentar a família no próximo ano, porque, para já, estão a usufruir em pleno destes primeiros tempos a dois, fazendo um balanço muito positivo dos últimos seis meses. Neste momento, Domingas dedica-se a cem por cento à casa onde vivem (e cuja decoração ainda não está terminada), tarefa que lhe agrada, embora anseie por novos projectos na sua área profissional. "Vai ser um Natal perfeito! Vamos estar com as pessoas de que mais gostamos, em nossa casa, no nosso cantinho." (Domingas) - Aproxima-se o vosso primeiro Natal como marido e mulher. Como vão celebrá-lo?Vítor Ferreira - Convidámos os nossos pais para passar o Natal em nossa casa. Vai ser tranquilo, em família...Domingas Leite de Castro - ... Vai ser o Natal perfeito. Vamos estar com as pessoas de que mais gostamos, em nossa casa, no nosso cantinho. Estamos em família e damo-nos todos muito bem. Como somos filhos únicos, para já somos só seis. - Está preparada para assumir os comandos na cozinha e fazer a ceia para a família?- Sem problemas. Não me parece muito difícil, além de que estou habituada a fazer bacalhau cozido. Ainda estamos em fase de experimentar cozinhados e tento variar, para ir conhecendo os gostos do Vítor. E no Natal vou contar com a ajuda da minha mãe e da mãe do Vítor, por isso sei que vai correr tudo lindamente. Vamos ter tudo o que é tradicional nesta época: bacalhau e polvo, rabanadas e pão-de-ló. "Planeamos ter um filho no próximo ano, ainda queremos usufruir dos momentos a dois por mais algum tempo." (Vítor) - O Vítor não ajuda a Domingas na cozinha?Vítor - Não tenho tido muito tempo, mas no Natal posso ajudar com outras coisas. Ponho eu a mesa?Domingas - Por exemplo! O Vítor está com imenso trabalho, não lhe sobra grande tempo para se revelar na cozinha, mas como eu tenho o meu tempo disponível, assumo esse papel. - O primeiro Natal numa casa implica fazer decoração a partir do zero no que toca a enfeites natalícios. Já pensou como vai ser?- Já escolhi quase tudo, em encarnados. O Vítor queria uma árvore de Natal muito grande e já escolhemos uma perfeita. Estou superentusiasmada com isto tudo, desde a decoração da nossa casa a estes momentos. Adoro festas e tenho a certeza de que este Natal vai ser inesquecível. "Lembro-me dos Natais quentes do Brasil e tenho saudades da minha avó." (Domingas) - Que recordações têm dos Natais da infância?- Lembro-me dos Natais com calor, dos tempos em que vivi no Brasil. De cá lembro-me da minha avó, Madalena Leite de Castro, que conseguia reunir a família em seu redor. E do tempo que passei com os meus primos nesta casa. Tenho uma família muito grande, quase 100 pessoas, e no Natal conseguíamos juntar toda a gente aqui. Em princípio, este ano vamos retomar essa tradição e reunir de novo a família na Casa do Ribeirinho, quem sabe no Dia de Reis. É importante manter o contacto, porque a família vai crescendo.Vítor - Eu recordo-me dos Natais passados em casa dos meus avós, em Mirandela, com muito frio. Tínhamos uma lareira enorme onde nos reuníamos todos. É uma zona com muitas tradições, que me marcaram e recordo com saudade. O Natal é das poucas alturas em que as pessoas param para se encontrar e estarem juntas, mesmo aquelas com quem nem sempre nos cruzamos ao longo do ano. "A Casa do Ribeirinho é bastante acolhedora e traz-nos boas recordações." (V.F.) - O Natal é a festa da família por excelência... Já pensam em aumentar a vossa?- Para o próximo ano. Nesta fase há outras coisas a fazer, temos a casa para acabar de decorar e depois ainda queremos usufruir dos momentos a dois por mais algum tempo. Não se pode querer tudo ao mesmo tempo. Mas talvez para o ano haja novidades. - Como se sentem ao voltar à Casa do Ribeirinho para uma produção de Natal, seis meses depois de terem celebrado aqui o vosso casamento?Domingas - Eu adoro esta casa, portanto, é sempre bom voltar. Passei aqui momentos muito bons, como o casamento dos meus primos, os Natais com a minha avó e o nosso casamento.Vítor - É uma casa bastante acolhedora, apesar de grande. Tem uns jardins fantásticos e traz-nos boas recordações. "O Natal é das poucas alturas em que as pessoas param para se encontrar e passarem algum tempo juntas." (Vítor) - Identificam-se com este ambiente tradicional, ou são mais minimalistas?Domingas - Gosto da decoração minimalista, mas creio que é bastante fria para o dia-a-dia. Lá em casa optámos por uma decoração mais clássica, estilo inglês. A nossa cama é D. Maria, por exemplo. Algumas peças herdei-as da minha avó e têm muito significado.

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