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Rita Andrade à lareira

Redacção Caras
20 de dezembro de 2008, 00:00

"Lembro-me de estar à lareira com a minha irmã e os meus primos no Natal, sempre foi um sítio especial." O conceito de decoração, seja natalícia ou para qualquer outra altura do ano, sempre foi apreciado por Rita Andrade, mas a apresentadora é a primeira a admitir que não tem grande vocação para o fazer. Ciente disso, a família nunca esperou dela esse tipo de responsabilidade. "A verdade é que a decoradora oficial da casa foi sempre a minha irmã. Ela tem muito jeito para isso, e eu sempre fui trapalhona. Ela fazia quase tudo, da lareira à árvore, ou mesmo a mesa de Natal. E sempre em tons de branco, dourado e encarnado. Nunca me deixavam ajudar muito porque tinham medo que eu partisse alguma coisa. Senti-me sempre um pouco excluída das decorações de Natal, mas para bem da própria decoração, já que eu não tinha grande vocação para o assunto", confessa a apresentadora do Fama Show, entre risos. "Em termos práticos, a minha vida não mudou muito depois do casamento." Felizmente há incapacidades que não duram para sempre, e no caso de Rita tudo foi melhorando com o passar dos anos. A apresentadora cresceu, amadureceu, casou-se e descobriu novas vertentes da sua personalidade. "Penso que nos últimos anos apurei um pouco o meu sentido de decoração. Ainda sou um bocadinho trapalhona, mas estou mais delicada. E até gosto muito de decoração, por isso achei graça à vossa sugestão de decorar uma lareira. É um elemento da casa de que gosto muito: aquece a casa, por isso, aquece também a alma." Cautelosa, Rita decidiu inspirar-se nos tons que se lembra ter visto a irmã usar em decorações natalícias, nomeadamente o branco, uma das suas preferidas para a época. A produção fotográfica acabou por proporcionar uma viagem ao passado, pois Rita foi-se recordando de vários momentos da sua infância: "Lembro-me muito bem de estar à lareira com a minha irmã e os meus primos no Natal, sempre foi um sítio muito especial. Passávamos ali imenso tempo a brincar com os presentes que tínhamos recebido. Até porque uma vez o meu pai ofereceu-me um boneco que era o 'treme-treme', que, curiosamente, tinha de estar junto de uma fonte de calor para tremer, o que me fazia estar sempre perto da lareira." [risos] Hoje em dia, Rita confessa que o ritmo de vida não lhe permite ter tempo livre para usufruir frequentemente da sua lareira. "A vida é vivida a mil, o meu trabalho exige muito de mim, tenho imensa pena de não poder utilizar tanto a lareira. Mas sem dúvida que me dá um grande prazer chegar a casa, depois de um dia de trabalho, sentar-me no sofá, junto da lareira, relaxar e, por que não, beber um copo de vinho com o meu marido", confessa. "Em casa dos meus pais senti-me sempre um pouco excluída das decorações de Natal, mas para bem da própria decoração." [risos] Depois de ter trocado alianças com o empresário Nuno Ramos, de 40 anos, em Setembro último, Rita prepara-se para viver o primeiro Natal de casada, mas não o antecipa especialmente diferente, pois contemplará visitas às respectivas famílias na noite de 24 de Dezembro e durante o dia 25. "Já temos o nosso Natal muito bem programado. Até porque não namoramos assim há tão pouco tempo, já passámos dois Natais juntos e, por isso, organizamo-nos bem. Em termos práticos, a relação não muda muito com o casamento, em termos emocionais... é um patamar que se alcança. E não sabia que era um sonho. Só depois de começar a namorar com o Nuno é que comecei a ter o casamento como um sonho, porque fazia sentido", confessa, assegurando: "Em termos práticos, a minha vida não mudou muito depois do casamento. Este sorriso já o tenho há mais de dois anos, quando começámos esta relação..." "Acho que o Natal vai fazer outro sentido no dia em que eu tiver filhos." Por coincidência, esta produção para a CARAS acabou agendada para o dia do 27.º aniversário de Rita, o que proporcionou um momento especial à aniversariante, que foi surpreendida pelo marido em plena sessão fotográfica. "Foi fantástico terem contactado o meu marido sem eu saber, fiquei sensibilizada", agradeceu Rita, emocionada, ressalvando, com humor: "Correram foi o risco de eu ficar com a maquilhagem estragada, porque tive mesmo de conter as lágrimas." Tornou-se inevitável fazer fotografias do momento, uma excepção na vida do casal, que procura não se expor na comunicação social. "Estas fotos são uma excepção, mas dadas as circunstâncias, penso que fazem sentido", justificou Rita, para rapidamente regressar ao tema do Natal. "É uma data muito importante na minha família. Quando somos crianças, somos muito sensíveis àquela parte consumista e materialista, queremos é receber presentes, mas depois esta época do ano começa a ter outro sentido. Primeiro, é das poucas em que há efectivamente solidariedade. Mesmo em pequena escala, existe, pratica-se. Além disso, passei a dar um grande valor à parte familiar e de união desta época, porque adoro passar a noite da consoada com a minha família." Um prazer que imagina reforçado quando for mãe, o que será uma nova experiência para ela, mas não para o marido, que já é pai de uma menina de dez anos. Rita assume que já sente o apelo da maternidade, mas os planos para ter filhos não são para já. "Não é o momento certo, mas claro que penso muito nisso, e acho que o Natal vai fazer outro sentido quando tiver filhos." "Quando somos crianças, queremos é receber presentes. Mais tarde passamos a dar mais valor à reunião da família."

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