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Elsa Pataky fala da sua relação com o actor Adrien Brody: "É ele que me faz ter os pés assentes na terra"

Redacção Caras
17 de dezembro de 2008, 00:00

Actriz conceituada e mulher comprometida com causas solidárias, Elsa Pataky, de 32 anos, atravessa um excelente momento profissional e pessoal. Apesar do intenso ritmo de trabalho - tem três filmes por estrear Give'em Hell Malone, Máncora e Giallo -, a actriz espanhola consegue ter tempo para a sua relação com o actor norte-americano Adrien Brody, de 35 anos, vencedor do Óscar de Melhor Actor pelo seu desempenho no filme O Pianista. Elsa dedica-se ainda às causas solidárias, dando, neste momento, a cara pelo calendário 2009 da Luta Contra o Cancro da Mama. O projecto fotográfico, que tem como objectivo recolher fundos para esta causa, decorreu no Nizuc Resorts & Residences, no México, um local escolhido pela própria por ser "único" e "de sonho". - O que a levou a envolver-se na luta contra o cancro da mama?Elsa Pataky - O cancro da mama é uma doença terrível e afecta mulheres no mundo inteiro. Acredito que todos devemos contribuir na luta contra esta doença. Infelizmente, eu vivi isso de muito perto e essas experiências tornaram-me mais consciente e despertaram em mim a vontade de ajudar. Hoje em dia, um número cada vez maior de pessoas consegue vencer o cancro, e isso prova que vale a pena lutar. "Sinto que sou uma rapariga normal que se esmera no seu trabalho." - Apesar de ser uma estrela internacionalmente conhecida, sempre se destacou pela sua simplicidade. Como consegue?- Sinto que sou uma rapariga normal que gosta do seu trabalho e se esmera em fazer o melhor possível. Como a minha carreira foi construída passo a passo, pude assimilar as mudanças e, sobretudo, não deixar que o sucesso me subisse à cabeça. Não me sinto diferente de nenhuma outra mulher. A beleza é passageira e, se não se cultivarem outras coisas na vida, ela não serve de nada. - Considera a fama um fardo?- De maneira alguma. É um resultado do meu trabalho e deve ser vista assim. A fama para mim é como o vento que nos acompanha: às vezes acaricia-nos e outras vezes pode ir-se embora. Além disso, permite-nos contribuir para causas realmente importantes, e isso é muito compensador. - Tem três novos filmes por estrear, o que evidencia o bom momento profissional que vive. Uma das películas é Giallo, no qual trabalhou ao lado do seu namorado. Como foi a experiência?- Fiquei com medo. A princípio não queria fazer nada com o Adrien, para evitar comentários que sugerissem que estava a aproveitar o facto dele ser meu namorado, mas vão sempre existir essas observações... Além disso, primeiro entraram em contacto comigo. Ofereceram-me um papel diferente de tudo o que tinha feito e isso interessou-me muito. Logo a seguir, chegou a proposta do Adrien e pensámos que poderia ser uma boa experiência e, de facto, foi muito positiva. "Conseguimos estar juntos e aproveitar ao máximo esse tempo, desfrutando dos pequenos momentos. Acho que esse é o segredo." - Além da parte profissional, que mais vos une como casal?- É muito difícil explicar por que é que um casal funciona. Existe algo que emerge e que, num dado momento, junta as almas. No nosso caso, isso aconteceu gradualmente. Não acredito no amor à primeira vista. Apaixonarmo-nos leva o seu tempo. É difícil encontrar alguém que partilha os nossos valores, que vê a vida da mesma forma que nós, que compreende a nossa profissão... É tudo isso que nos une, mas ao mesmo tempo também somos muito diferentes. - E quais são as vossas diferenças?- Eu sou uma pessoa muito positiva e tudo o que é negativo trato de convertê-lo em positivo, assim como tento aprender com os meus erros. Tento obter o máximo da vida no dia-a-dia. Sou muito apaixonada e acho que é isso que dou à relação: uma pontinha de loucura. Ele é mais racional, é ele que me faz ter os pés assentes na terra. - Com a vida que levam, como conseguem reservar tempo para estar juntos e fortalecer o vosso relacionamento?- Tentamos alternar os trabalhos. Quando um está imerso num projecto, o outro tenta acompanhá-lo nas viagens. Assim conseguimos estar juntos e aproveitar ao máximo esse tempo, desfrutando dos pequenos momentos do quotidiano. Acho que esse é o segredo.

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