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Cláudia Borges: "Quando era mais nova vivia na ânsia de montar o presépio"

Redacção Caras
5 de dezembro de 2008, 00:00

De tradições religiosas bem vincadas, Cláudia Borges encara o Natal como uma época dedicada à família que lhe traz muitas e boas recordações. Uma delas é o momento em que, ainda criança, começava a decorar a casa. "Quando era mais nova, vivia numa grande ansiedade por montar a árvore de Natal e o presépio, o que fazia logo no dia de Nossa Senhora da Conceição, a 8 de Dezembro. O problema é que depois me cansava da decoração, que quase nunca chegava ao Dia de Reis", [risos] explica. "O Natal é uma época que fica especialmente valorizada quando há crianças. Imagino que quando tiver filhos volte a desfrutar dela como fazia quando era pequena." Agora, aos 25 anos, as coisas não mudaram muito, e Cláudia reconhece que continua a dar-lhe enorme prazer dedicar-se à decoração natalícia, o que provou ao montar um presépio para a CARAS. "É um presépio com tudo aquilo que tem que ter, mas ao mesmo tempo simples e muito moderno. Penso que pode ser uma boa opção. Gosto de colocar alguma modernidade mesmo em coisas onde a tradição tende a falar mais alto. Além disso, é superelegante...", afirma a apresentadora do Fama Show. "É um presépio com tudo aquilo que tem que ter, mas ao mesmo tempo simples e muito moderno. Além disso, é superelegante." Para as suas decorações natalícias, Cláudia conta com o apoio do marido, Samuel Fortuna, operador de câmara. "O Samuel tem muito bom-gosto e eu confio plenamente nele. Aliás, foi ele que projectou a nossa casa. O Samuel sabe que determinada peça vai ficar bem num sítio em particular, é o decorador de serviço lá em casa. Mas é claro que eu gosto de participar e fazer as minhas compras, sobretudo nesta época", assegura. "O Samuel tem muito bom-gosto, no qual confio plenamente." Cláudia e Samuel estão casados há dois anos, e a apresentadora diz que o casamento não trouxe grandes alterações à sua forma de viver a quadra natalícia, embora assuma que a vida adulta retirou algum impacto à data. "O Natal é uma época que fica especialmente valorizada quando há crianças. Mas imagino que quando tiver filhos volte a desfrutar dela como fazia quando eu era pequena", assume, ressalvando, contudo, que isso não deverá acontecer a curto prazo. Claro que a partir do casamento passou a ter de partilhar os dias festivos com duas famílias diferentes, mas Cláudia garante que tudo se concilia "em perfeita harmonia". Assim, reserva sempre para a sua família de origem o almoço do dia 25, de modo a continuar a usufruir de uma tradição muito particular. "Fui educada na religião católica e tenho um Natal sempre em família e seguindo todas as tradições. Com a excepção do almoço de dia 25 de Dezembro, em que trocamos o peru por um cabrito assado no forno com batatas, arroz e esparregado. É um hábito que criámos por influência da minha família paterna, que é oriunda da zona da serra da Estrela, e que mantemos há vários anos."

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