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António Canales: "Terão que me matar para eu deixar de dançar"

António Canales: "Terão que me matar para eu deixar de dançar"

António Canales: "Terão que me matar para eu deixar de dançar"

O bailarino e coreógrafo vai estar em Portugal com um espectáculo em muito influenciado pela cultura portuguesa e com uma dedicatória especial a Sintra

Redacção Caras
26 de novembro de 2008, 00:00

É um dos grandes nomes do flamenco e, aos 47 anos, garante que não vai desistir de subir aos palcos e expressar-se através da arte que o tornou famoso. "Terão que me matar para eu deixar de dançar", frisou António Canales à CARAS. Actualmente, contudo, centra-se mais na função de coreógrafo e professor de flamenco, sendo uma das alunas mais especiais a sua filha mais nova. "A Sara dança muito bem e é linda. Claro que fico orgulhoso e penso que vai dar muito que falar", adianta o bailarino, que, além de Sara, de 13 anos, é pai de dois rapazes, António, de 22, e José, de 18.De 27 a 30 de Novembro, Canales vai estar em Lisboa, no CCB, para apresentar um dos últimos espectáculos que criou e que se insere nas comemorações dos 30 anos do Ballet Nacional de Espanha. "O espectáculo que vai ser apresentado em Portugal tem fortes influências da cultura portuguesa, porque o flamenco está cheio de influências exteriores", adianta o coreógrafo.António Canales esteve pela primeira vez no nosso país em 1980 e nunca mais o esqueceu. "Gosto muito de Portugal, dos contrastes, dos rios Tejo e Douro, do contacto com o mar, do ambiente fantástico que sentimos na rua, enfim. E Sintra entra neste espectáculo, através de uma música de Lívio Janola que tem o nome dessa vila e é dedicada à sua população", refere.

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