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José Carlos Pinto Coelho orgulhoso dos seus filhos em noite de festa

José Carlos Pinto Coelho orgulhoso dos seus filhos em noite de festa

José Carlos Pinto Coelho orgulhoso dos seus filhos em noite de festa

Cerca de 500 convidados marcaram presença na festa do Hotel Quinta da Marinha Resort. VEJA A GALERIA

Redacção Caras
20 de novembro de 2008, 00:00

Aos 61 anos, José Carlos Pinto Coelho, presidente do grupo Onyria, proprietário do Hotel Quinta da Marinha Resort, garante que "ainda gosto muito de trabalhar", mas reconhece que ter os filhos a trabalhar a seu lado é um grande orgulho e mais uma razão para ficar descansado.Num grupo empresarial que envolve toda a família, "em nome de um sonho transversal a várias gerações: oferecer o que a vida tem de melhor e eternizar momentos", José Carlos Pinto Coelho não poderia ter-se mostrado mais satisfeito com o evento Back to Chic! que reuniu no hotel cerca de 500 convidados, entre familiares e amigos. Uma noite que foi também uma demonstração do trabalho dos filhos do anfitrião."Estar aqui rodeado de tantos amigos, sabendo que o meu filho João esteve envolvido na realização deste evento, não poderia deixar-me mais satisfeito. Fiquei agradavelmente surpreendido porque tudo foi feito sem a minha intervenção", referiu, orgulhoso, o anfitrião, acrescentando: "A brincar, a brincar, já tenho quatro filhos a trabalhar comigo. São jovens cheios de energia e bem preparados, o que acelera a nossa forma de trabalhar. Somos uma família em que a alegria faz parte da nossa forma de enfrentar as dificuldades."Neste momento, Maria Padrela, a filha mais velha, trabalha na área de comunicação e imagem, enquanto os gémeos João e António são responsáveis, respectivamente, pela direcção comercial e novos projectos, onde também exerce funções o filho Carlos, que não esteve presente nesta festa."Trabalhar com o meu pai é óptimo e muito divertido. O único senão é que nunca conseguimos 'desligar'. E quando não existe consenso entre nós, o meu pai impõe-se e toma a decisão final", revelou Maria Padrela. Por seu lado, o irmão João prefere falar no grande desafio que, aos 29 anos, tem pela frente: "Em família, temos a vantagem de aceder às oportunidades mais cedo, mas em contrapartida trabalhamos 24 horas por dia. Mas, contas feitas, estou muito feliz por ter decidido deixar a banca para trabalhar com o meu pai."

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