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Paula Bobone: "Quero ser feliz, e isso é controlar a minha vida"

Paula Bobone: "Quero ser feliz, e isso é controlar a minha vida"

Paula Bobone: "Quero ser feliz, e isso é controlar a minha vida"

Na sua casa na praia da Rocha, onde a autora de livros de etiqueta e o marido, o arquitecto Vasco Bobone, passam férias, fomos conhecer a mulher para além da personagem social

Redacção Caras
7 de novembro de 2008, 00:00

Habituou-nos a imagens e declarações excêntricas, mas garante que não gosta de falar de si. A sua atitude na vida é a da busca da felicidade, o seu 'graal', já que acredita que ela nunca chegará. Paula Bobone assume-se do jet-set, escritora de livros de auto-ajuda, boas maneiras, etiqueta e organização - quem não se lembra de Socialmente Correcto? - e é professora em duas universidades, embora reformada.Casada há 37 anos com o arquitecto e pintor Vasco Bobone, com quem tem uma filha, Sofia, de 25 anos, já formada em Direito, Paula Bobone passou um fim-de-tarde à conversa com a CARAS e mostrou-se sem máscaras. Diz pertencer "a certa burguesia com alguns meios de sobrevivência, embora não sejamos nem pouco mais ou menos ricos", e não se pense que a excentricidade a faz esquecer o resto do mundo: "Há pessoas com muitas dificuldades e os nossos governantes não estão minimamente preocupados com elas, principalmente no que toca à Educação."O sucessor de Manual de Instruções para Homens de Sucesso está na calha e afirma que há sempre mais um livro para nascer. - As pessoas precisam de cada vez mais ajuda?Paula Bobone - As pessoas procuram a felicidade e ela passa por terem o controlo da sua vida. Cada grupo social tem a sua etiqueta e as pessoas têm necessidade de conhecer os códigos. Quando nascem, têm direito a ser educadas. As crianças adoram que lhes programem a vida, que as ensinem, e às vezes as famílias estão-se perfeitamente nas tintas para isso. Depois, chega-se à conclusão que nas universidades e nos empregos há exclusão, e porquê? Porque não têm conhecimento das regras do jogo. Daí eu perceber que era extremamente útil transmitir às pessoas essas convenções e regras de saber estar.

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