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Elegância foi a nota dominante no tradicional Baile dos Templários

Elegância foi a nota dominante no tradicional Baile dos Templários

Elegância foi a nota dominante no tradicional Baile dos Templários

"O balanço só pode ser positivo. É gratificante ver como conseguimos reunir cerca de 200 pessoas." (A. Silva Lopes)

Redacção Caras
7 de novembro de 2008, 00:00

Desde 2004 que a Taylor's tem realizado bailes de beneficência em conjunto com a Ordem dos Templários, ajudando obras muito necessitadas e proporcionando apoio a pessoas carenciadas do Porto. Este ano, o III Baile dos Templários reverteu a favor do IPO (Instituto Português de Oncologia).As luzes, a decoração das mesas, os fatos escolhidos propositadamente para o momento e as caras conhecidas de sorriso aberto, tudo contribuiu para o sucesso desta noite, que, pelo terceiro ano consecutivo, voltou a mexer com a sociedade portuense. Os convidados eram recebidos com um requintado coquetel, seguido de jantar, pelo qual pagaram 80 euros. Depois, seguiam para o baile, um dos mais importantes e aguardados do mês de Outubro.Cerca de 200 pessoas juntaram-se numa das salas das caves Taylor's com o propósito de ajudar o próximo, como nos explicou a anfitriã da noite, Maria Glória Santos: "A nossa posição da vida e na sociedade é um pouco a posição do coração. E o coração tem destas coisas. Gosta de dádivas, de solidariedade. E esta festa justifica-se só por esse lado. Evidentemente, todos nós gostamos de nos divertir e de passar uma noite agradável, mas se não houver a componente do coração, da partilha, esta festa não tem significado para nós. Os Templários estão no mundo precisamente para combater algumas destas lacunas que existem na sociedade, através de alguma dádiva de pessoas que têm e que podem partilhar um bocadinho com quem é mais desfavorecido. Por isso fazemos, de vez em quando, estes eventos."Esta festa serviu também outro propósito: apresentar um raro livro, Processo Contra os Templários, o único em Portugal dos 799 exemplares que o Vaticano editou. Como nos explicou o anfitrião, Alberto da Silva Lopes, "trata-se de uma obra que repõe a verdade sobre a Ordem dos Templários e do processo que foi instaurado em 1307".

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