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Sofia Alves e Celso Cleto: "Biologicamente ou mão, estamos preparados para receber mais um filho"

Sofia Alves e Celso Cleto: "Biologicamente ou mão, estamos preparados para receber mais um filho"

Sofia Alves e Celso Cleto: "Biologicamente ou mão, estamos preparados para receber mais um filho"

O casal não esconde a cumplicidade que os une e a actriz mostra também a boa relação que mantém com as filhas do encenador, Inês e Rita

Redacção Caras
6 de novembro de 2008, 00:00

Numa altura em que a vida de Sofia Alves volta a entrar num turbilhão - com as gravações da novela Despertar, na Madeira, e a peça Boa Noite, Mãe, em cena em Lisboa, no Teatro da Trindade, até 21 de Dezembro -, a actriz garante que desta vez não vai passar tanto tempo longe do filho, Guilherme, e do marido, Celso Cleto, como quando gravou Ilha dos Amores, nos Açores. "Pela primeira vez, tenho um papel feito à minha medida e dentro dos meus timings. Vou ter de gravar na Madeira, mas está tudo bem planeado e não vou estar assim tanto tempo ausente", disse à CARAS na noite em que a peça se estreou na capital.Celso, por seu turno, referiu: "Temos de conciliar bem o nosso tempo, porque temos uma família. Ajuda muito o facto de trabalharmos juntos, seria muito mais difícil se tivéssemos profissões completamente distintas." Por isso mesmo, o casal, que já formalizou o processo de adopção de uma criança, está preparado para receber mais um elemento na família. "Estamos à espera... Eu estou preparada para ser mãe, o Celso está preparado para ser pai. Biologicamente ou não, estamos preparados. Mas não confundam isso com qualquer ideia de engravidar", garante.Questionada sobre os desentendimentos que terá tido com os pais e a irmã - que não estiveram presentes no seu casamento com Celso -, e que ainda não estarão resolvidos, Sofia não quis fazer comentários. "Essa é uma parte muito privada, que fica só para mim", afirmou. Curiosamente, Boa Noite, Mãe gira em torno da relação mãe/filha. "Quase todos nós temos relações complicadas com filhos, pais, avós, enfim, acho que é difícil não nos retratarmos em algum aspecto desta peça, que serve também como um alerta. (...) Quando há diálogo e compreensão, e esta peça vem nesse sentido, acho que as coisas podem reajustar-se", adianta a actriz.

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