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Leonor Poeiras: "O António passou para o topo da lista das pessoas mais importantes"

Redacção Caras
6 de novembro de 2008, 00:00

A chegada do primeiro filho veio completar o quadro de felicidade que Leonor Poeiras, de 28 anos, tem vivido ao lado do jornalista Miguel Braga, de 33, com quem está casada há dois anos. Ambos estão rendidos ao pequeno António, que completou um ano no dia 31 de Agosto, e a experiência da paternidade tem sido tão positiva que não tencionam esperar muito para voltarem a aumentar a família. Nesta primeira produção para a CARAS com o filho, a apresentadora de Quem Quer Ganha, da TVI, admite que toda a logística necessária para proporcionar conforto a um bebé alterou por completo as rotinas diárias, mas sublinha que todo o esforço é compensado pelos gestos de António: as primeiras palmas, um pequeno sorriso, um olhar carinhoso... "Mimo-o imenso, é verdade, mas não acho que seja uma mãe-galinha." - Queria um nome pouco usual para o seu filho, e acabou por chamar-lhe António. Porquê?Leonor Poeiras - Queria um nome português e acho que António é um nome transversal na História, na religião, nas classes sociais, e isso agrada-me muito, não só no nome, como naquilo que desejo para ele: que seja uma pessoa transversal, que passe pela vida de muitas outras pessoas. - Essa postura está de alguma forma relacionada com a sua formação católica?- Acredito que existe um Deus, que tudo isto tem uma explicação e que nada é por acaso. Quero que o António seja uma pessoa boa para os outros e para ele próprio. Acho que o homem é naturalmente bom, mas, por vezes, tem de lutar para continuar a sê-lo devido aos obstáculos que aparecem no nosso caminho e que nos fazem pensar duas vezes. Gostava que fosse fácil para ele tomar essas decisões e escolher sempre o caminho mais correcto, e é nesse sentido que desejo que ele seja uma pessoa boa, honesta, verdadeira, que seja amigo dos outros, uma pessoa de muito valor. "Queria um nome português e acho que António é um nome transversal na História, na religião, nas classes sociais." - Antes do António nascer dizia que não iria ser mãe-galinha...- E acho que tenho conseguido manter essa intenção. Nunca quis que o António se habituasse, por exemplo, a adormecer ao colo, porque depois ia ser um problema ficar em casa de amigos ou dos avós. Mimo-o imenso, é verdade, mas não acho que seja uma mãe-galinha. Ele está muito à vontade no mundo, na rua, no jardim, gosta imenso de explorar, de pesquisar, é muito observador, e acho que isso tem que ver com o facto de sermos pais muito descontraídos. Não sou muito apologista daquilo a que os espanhóis chamam de ninocracia: lá em casa não é ele que manda, mas fazemos-lhe quase as vontades todas, é um facto. - E têm conseguido reservar momentos só para o casal?- Sim, temos a sorte do António ter uns avós fantásticos que ficam com ele para podermos ir jantar fora, ou ficar em casa a ver um filme. E, sim, continuamos com a mesma sintonia. "Desejo que ele seja uma pessoa boa, honesta, que seja amigo dos outros, uma pessoa de muito valor." - Continuam a ter vontade de aumentar a família?- Sim, cheios de vontade. Pelo Miguel já tínhamos outro! [risos] Gostava que o próximo filho nascesse numa altura em que já sentisse falta de ter um bebé. Acho que vou esperar que o António comece a falar e a andar melhor... - O Miguel surpreendeu-a enquanto pai ou correspondeu às suas expectativas?- Correspondeu plenamente, mas houve uma pequena surpresa... O António nasceu de cesariana e eu passei duas semanas com algumas dores, sem grande vontade de me mexer muito, e o Miguel não teve outro remédio: durante 15 dias foi ele quem fez tudo, o que gerou uma enorme ligação entre o António e o pai. "Gostava que o próximo filho nascesse numa altura em que já sentisse falta de ter um bebé. Acho que vou esperar que o António comece a falar e a andar melhor..." - E no seu caso, sente que mudou com a maternidade?- O que mudou foi a pessoa mais importante da minha vida, porque surgiu uma nova que passou para o topo dessa lista. Acho que sou exactamente a mesma pessoa, só que com um acrescento muito positivo.

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