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Rosa Lobato Faria: "O meu marido é um anjo, gosta de mim como sou"

Rosa Lobato Faria: "O meu marido é um anjo, gosta de mim como sou"

Rosa Lobato Faria: "O meu marido é um anjo, gosta de mim como sou"

Depois de duas relações sem um final feliz, a escritora vive há 33 anos um amor tranquilo

Redacção Caras
30 de outubro de 2008, 00:00

É fácil simpatizar com Rosa Lobato de Faria: sorri facilmente, o tom de voz é doce, conta histórias envolventes... É uma pessoa com carisma. Aos 76 anos, não há nada que a demova dos seus objectivos nem assuntos que a intimidem. Actriz e autora de letras para canções, é como escritora que nos últimos anos se tem afirmado. As Esquinas do Tempo é o seu mais recente romance, uma história intrigante que se passa no início do séc. XX e que serviu de pretexto para marcar encontro com a autora, que acabou por fazer também uma viagem no tempo.Nascida em Abril de 1932, Rosa Lobato de Faria casou-se aos 19 anos com António Sacchetti, pai dos seus três filhos mais velhos - Teresa Sacchetti, de 56 anos, João Sacchetti, de 53, e Bi Rebelo de Sousa, de 52 -, com quem se manteve casada dez anos. Depois, voltou a encontrar o amor junto de Carlos Franco, e desta relação nasceu, há 43 anos, o quarto filho, Nuno. Também essa paixão não foi para a vida, mas Rosa Lobato de Faria não desacreditou no amor eterno e desbravou caminho rumo à felicidade. Há 33 anos a sua vida cruzou-se com a do editor literário Joaquim Figueiredo Magalhães, fundador da Ulisseia, agora com 92 anos, com quem continua a viver um casamento baseado na cumplicidade. Além dos filhos, também os 12 netos - nove raparigas e três rapazes, a mais velha de 31 anos, a mais nova de quase dois anos - fazem parte do seu grande tesouro.Mas deixemos que seja a própria protagonista da história a contar alguns dos episódios que preenchem o livro da sua vida... - Antigamente, as meninas casavam-se cedo e a grande maioria ficava a tomar conta dos filhos. Aconteceu o mesmo consigo ou fugiu à regra?Rosa Lobato de Faria - Optei por me dedicar 100% aos meus filhos, mas chegou uma altura em que comecei a dar explicações de inglês em casa, o que escandalizou algumas pessoas que odiavam que eu trabalhasse. Havia um preconceito. Mas eu não queria saber, precisava do dinheiro para me sentir independente. Depois, quando as minhas filhas foram para o colégio, fui trabalhar. Tinha o curso de guia-intérprete e arranjei emprego no Turismo de Évora.

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