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Fátima Lopes e Luís Morais preparam chegada do filho

Redacção Caras
24 de outubro de 2008, 00:00

Numa rara saída nocturna, e apenas por ser embaixadora da Ford, Fátima Lopes e o marido, Luís Morais, estiveram no Buddha Lx para acompanhar o concurso Ícones, organizado pela marca de automóveis a que a apresentadora da SIC empresta a sua imagem e com a qual realiza muitos trabalhos de solidariedade. Aproveitámos a ocasião para falar com a futura mãe sobre a gravidez, que deixou o enfermeiro "nas nuvens", como descreve Fátima, já que o marido prefere deixar-lhe todo o protagonismo na relação com a imprensa. Grávida de cinco meses, Fátima Lopes contou que apesar de ter guardado algumas coisas dos tempos de bebé da filha, Beatriz, agora com oito anos, nomeadamente roupinhas, não tenciona usá-las, pois são recordações. Aliás, a apresentadora confessa que não se preocupou especialmente em guardar coisas que pudesse voltar a usar. "Como não sabia quando iria acontecer uma outra gravidez, achei que haveria crianças que poderiam usar as coisas enquanto estavam boas. Dei quase tudo a instituições, outras coisas dei a amigas minhas que iam ter bebés, fui dando tudo, as cadeirinhas, a banheira... Fiquei praticamente sem nada, portanto, começo do zero", explicou Fátima, para quem faz todo o sentido preparar a chegada do filho na companhia do marido, que vai viver pela primeira vez a experiência da paternidade. "São coisas para serem vividas a dois. É óbvio que se deixarmos coisas de uns filhos para os outros, poupa-se algum dinheiro, mas acho que este é um momento tão especial, há tanto prazer envolvido em cada gesto, que vale a pena ser desfrutado a dois, neste caso a três, porque a Beatriz também se manifesta", justificou a embaixadora da Ford, que, tal como aconteceu na gravidez de Beatriz, está cheia de energia e sem sofrer dos incómodos que atingem muitas grávidas, como sejam os enjoos, a sonolência ou os tão famosos desejos. Sobre estes tem, aliás, uma opinião muito própria: "Acho que essa coisa dos desejos é uma oportunidade que as grávidas têm para fazer chamar a si uma atenção que sabem que dura nove meses." Muito feliz, Fátima referiu ainda o bónus que é o facto do marido ter uma profissão "que dá para ajudar e acalmar se a mãe se tornar ansiosa", ressalvando, no entanto, que "não sou uma grávida ansiosa. Aliás, tirando as mudanças físicas, comporto-me como sempre. Às vezes tenho até mais energia do que quando não estou grávida. Há muitos colegas que ficam impressionados e me perguntam como é que consigo ter tanta energia". Razão pela qual pretende trabalhar até ao fim da gestação, como aconteceu no caso da filha. Fátima revela que Beatriz começou por preferir uma menina "para poder ser eu a orientar", confessou à mãe, mas quando soube que era um rapaz, disponibilizou-se para o proteger, atitude que a mãe pretende estimular. "Ela é muito responsável e muito meiguinha para as crianças, é de uma doçura e de um cuidado que nos despreocupa. É uma criança muito sensível." Boas razões para que a relação com o irmão prometa ser muito fácil.

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