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Cláudio Ramos diverte-se com as traquinices da filha

Redacção Caras
24 de outubro de 2008, 00:00

Assume-se como um "pai de fim-de-semana", o que não significa que não tente estar atento a todos os pormenores relacionados com a filha, Leonor, de quatro anos. Todos os dias, por volta da hora de jantar, falam ao telefone, contam peripécias, referem os assuntos que mais os aborreceram ou deixaram felizes. "Apesar de estar ausente fisicamente, estou muito presente nos assuntos do dia-a-dia", assegura Cláudio Ramos, que, desta forma, tenta minimizar a distância física de ambos, uma vez que Leonor mora em Vila Boim, no Alentejo, com a mãe, Susana Dantas Moniz, de quem o comentador da rubrica Tertúlia Cor-de-Rosa, do programa da SIC Fátima, se divorciou em Outubro de 2006. "Acho que sou um bom pai. Sei que poderia ser melhor, porque a minha profissão não me permite estar com a Leonor tanto tempo quanto gostaria, mas quando vim morar para Lisboa, e depois de me ter separado da Susana, já sabia que ia ser assim", conta Cláudio Ramos, que, no entanto, frisa que está apenas a uma hora e meia de distância da filha, além de fazer questão de reservar todos os fins-de-semana para ela. Recentemente, a CARAS encontrou os dois num jardim lisboeta, registando alguns dos momentos de cumplicidade vividos durante esta tarde dedicada à brincadeira. "Por motivos profissionais, este ano não consegui ir de férias com a Leonor. Por isso, combinei com a Susana que a minha filha viria passar uns dias comigo a Lisboa... A verdade é que ela adorou a ideia de ter o pai todo o dia por sua conta, só para lhe fazer as vontades... e eu aproveitei todo o tempo que tinha livre para me dedicar só a ela, para desfrutar dela e das suas traquinices!" [risos] Quando chegou a casa do pai, Leonor tinha uma lista dos locais que queria visitar em Lisboa. "Ela é muito informada sobre o mundo que a rodeia, sabia muito bem que podia visitar o Oceanário, o Jardim Zoológico, o Jardim da Estrela - que fica perto da minha casa - e o Castelo de São Jorge, que ela diz ser igual ao da Cinderela", conta Cláudio, acrescentando que para a filha não é importante o local onde estão, o fundamental mesmo é... brincar! "Mesmo que eu esteja esgotado, ela tem energia para dar e vender", revela o pai, que consegue perceber na filha alguns dos seus próprios traços de personalidade: "Ela é muito determinada, teimosa e orgulhosa. Tem a enorme capacidade de desarmar qualquer ralhete que lhe dão com uma gargalhada, como se não fosse nada com ela. Do lado da mãe, herdou a enorme capacidade de ouvir. Como todas as crianças, também está na fase de gostar de chamar a atenção. Acho que está muito mimada, mas, com o tempo, deve melhorar." Tal como a maioria das crianças de quatro anos, Leonor também gosta que lhe contem histórias, por isso, Cláudio decidiu escrever um livro para crianças, As Aventuras da Nocas, editado o ano passado. Já este ano, o tertuliano lançou o romance Geneticamente Fúteis, que classifica como "uma experiência profissional muito feliz", a par da linha de roupa interior masculina que desenhou para a marca Concreto.

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