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Espírito aventureiro de Maria Duarte e Pedro Reis adia decisão de terem filhos

Redacção Caras
23 de outubro de 2008, 00:00

Namoram há cinco anos, vivem juntos há quatro e não fazem planos para se casar. Só admitem oficializar a relação no dia em que decidirem ter filhos e, ao que parece, esse objectivo está longe de ser concretizado. Pedro Reis, de 43 anos, e Maria Duarte, de 28, falaram com a CARAS durante um fim-de-semana que passaram na Madeira, e explicaram os motivos que os levam a adiar a paternidade. - O casamento nunca foi uma opção para vocês?Maria - Houve uma altura em que dizia que casar era um sonho, mas agora só quero fazê-lo quando decidir ter filhos, e só depois de engravidar! Acredito que o casamento não trará nada de novo à nossa relação, é apenas um papel assinado que só passará a fazer algum sentido a partir do momento em que há crianças. - E o Pedro, quer ter filhos?Pedro - Eventualmente. - Ainda não tomou uma decisão nesse sentido?- Já esteve menos decidido. - Foi a Maria quem o fez mudar de ideias?- Ninguém me convenceu a mudar de ideias, é uma coisa natural, provavelmente genética, em que as pessoas que se aproximam da meia-idade começam a pensar em ter filhos para dar alguma animação à casa... e também ocupar mais a Maria. [risos] - Provavelmente, quanto mais tempo passar, menos energia e paciência terá para acompanhar os filhos...- Talvez, sobretudo na questão de os acompanhar. Digamos que o meu limite são os 50 anos. Tenho de resolver esse assunto, caso contrário, não se resolve nunca! - Teve a sorte de encontrar na Maria uma pessoa que também adora desafios e não coloca entraves à vida aventureira que sempre quis ter...- Não só não põe um travão como muitas vezes é ela a puxar por mim, o que também é muito importante. Não pode ser sempre o mesmo a puxar, nem tão-pouco sempre na mesma direcção. É preciso que haja sinergia entre os dois, de maneira a levar-nos onde, se calhar, não iríamos sozinhos. E esta é uma das grandes alegrias da vida de casal. - Um filho poderia pôr um travão nesse vosso espírito aventureiro?- Já achei mais que sim, mas hoje em dia vejo muitos casais que continuam a fazer a sua vida normal depois de terem filhos. Não sei como vai ser connosco, mas costumo dizer na brincadeira que gostava de ter uma criança inteligente, que diga imensas coisas com graça e que, quando a noite chega, durma sozinha no seu quarto. Mas pode acontecer precisamente o contrário: muito dependente, constantemente a chorar, enfim... Para nós, que temos uma vida um bocadinho aventureira, será com certeza um grande travão, daí estarmos sempre a ponderar ou a adiar o mais possível.

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