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Aos 72 anos, Miguel Veiga confessa que o seu infinito é a curiosidade

Aos 72 anos, Miguel Veiga confessa que o seu infinito é a curiosidade

Aos 72 anos, Miguel Veiga confessa que o seu infinito é a curiosidade

A apresentação ficou a cargo de Marcelo Rebelo de Sousa, amigo há 40 anos

Redacção Caras
8 de outubro de 2008, 00:00

Emocionado, Miguel Veiga apresentou o livro O Meu Único Infinito É a Curiosidade perante o auditório da Biblioteca Almeida Garrett repleto de amigos e portuenses ilustres. A apresentação ficou a cargo de Marcelo Rebelo de Sousa, amigo há 40 anos, que chamou "ave rara" a Miguel Veiga e confessou: "Tenho uma pontinha de inveja das qualidades que ele tem e eu nunca consegui igualar." O professor desdobrou-se em elogios a Miguel Veiga que, atento, reagia sorrindo.O Meu Único Infinito É a Curiosidade é uma colectânea de discursos, acumulados nos últimos dez anos: "Um livro com textos meus onde faço reflexões sobre as minhas convicções e crenças." Assumido "buscador do mundo", o advogado portuense toca com o dedo na ferida e diz que "este país está ensonado e amiúde muito mal frequentado". Crente na liberdade, na literatura, na pintura e na música, Miguel Veiga cita António Lobo Antunes para dizer: "Na vida há três coisas realmente importantes: a amizade, as mulheres e os livros, e tudo o resto é vão acessório." Apaixonado pela vida, tem na Foz o seu berço e no Porto a sua Pátria. Na primeira fila estava a mulher, Belixa, que no final disse à CARAS: "O Miguel tem um coração de ouro, é um óptimo companheiro, um sedutor nato, um homem cheio de vida e apaixonado. Tudo lhe dá gozo e força para viver."

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