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Mafalda Pinto Leite é uma mãe e cozinheira de mão-cheia

Mafalda Pinto Leite é uma mãe e cozinheira de mão-cheia

Mafalda Pinto Leite é uma mãe e cozinheira de mão-cheia

"A cozinha é onde a magia acontece, é onde se trocam as receitas e segredos de família"

Redacção Caras
17 de setembro de 2008, 00:00

Tudo lhe correu de feição sem que tenha feito grandes planos. Aliás, Mafalda Pinto Leite não é mulher para espartilhar a sua existência. Por isso, o único plano que faz diariamente é para ser feliz. Começou por querer fazer um curso de cozinha vegetariana e acabou por estudar numa das melhores escolas de cozinha dos Estados Unidos, fez o estágio num restaurante de renome e, num piscar de olhos, estava num cenário de sonho: Maui, no Havai. Depois, passou ainda por Londres, regressando a Portugal já com uma filha nos braços. Por cá, começou uma nova relação, com Francisco Camacho, filho do ex-jornalista da SIC Paulo Camacho. Escreveu o livro Cozinha para Quem não Tem Tempo, trabalha na revista Blue Cooking e tem uma rubrica de culinária no programa Mundo das Mulheres, da SIC Mulher. No próximo ano talvez tenha novidades no que respeita a um espaço seu, mas até lá pretende acompanhar o percurso dos filhos, Marina, de cinco anos, e Vasco, de um. Diz, bem-humorada, que tem um estilo "hippy-chic e muito zen". Para além da cozinha, o seu único vício é a água de coco.- Aos 30 anos, tem um currículo invejável e muitas viagens feitas...Mafalda Pinto Leite - Aos 18 anos fugi... [risos] Acabei por ir para a Escócia, porque queria tirar um curso de cozinha vegetariana. Aos 16 anos tornei-me vegetariana e, como sempre achei pouco interessante o que se cozinhava por cá, comecei eu a fazer receitas vegetarianas em casa. Cozinhava para os meus amigos e reparei que a comida era muito mais saborosa. A ideia foi, então, ir fazer um curso de cozinha ao estrangeiro e voltar para o Porto, para abrir um restaurante. O meu pai não achou boa ideia e foi com dinheiro que a minha avó me deu que fui para a Escócia, para uma comunidade vegetariana auto-suficiente. Fui trabalhar para a cozinha, sem saber sequer o que era isso, e acabei por ficar três meses. Voltei para Portugal, e nessa altura o meu pai percebeu que aquilo era mesmo o que eu queria e deixou-me inscrever num curso no estrangeiro. Consegui entrar na Natural Gourmet Cookery School, em Nova Iorque, e ao fim de um ano tive uma excelente nota. Esforcei-me muito, porque queria provar ao meu pai que estava mesmo empenhada. Fui estagiar para o Chez Panisse, na Califórnia, que era considerado o segundo melhor restaurante dos Estados Unidos.

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