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João Moura e Filipa Carvalho: Pais há um mês, ainda enfrentam reservas da família

Redacção Caras
10 de setembro de 2008, 00:00

João Tomás nasceu a 13 de Agosto e é o mais recente triunfo de João Moura. O quarto filho do cavaleiro de Monforte veio reforçar os laços que o unem a Filipa Telles Boudry de Carvalho, com quem está há dois anos, mas nem por isso estabeleceu o consenso entre a família, que ainda não aceitou bem esta relação. Ainda assim, tanto João Moura, de 48 anos, como a fisioterapeuta, de 27, garantem que a paixão que os une ajuda a superar todos os problemas e acreditam que o tempo vai trazer a paz. "A coisa de que mais gosto na vida são os meus filhos e fiquei muito contente por ser pai de novo. A Filipa é uma pessoa fantástica e que me apoia em tudo", garante o toureiro, que é mais comedido em palavras e deixa a entrevista para a companheira. Filipa, que terminou recentemente o curso de fisioterapia, foi cautelosa, mas sincera nas respostas. - Como foi para si ser mãe?Filipa Carvalho - Um espectáculo. Sempre desejei ser mãe, só não esperava que acontecesse tão cedo. - Foi uma gravidez planeada?- Não foi nada planeada. Aconteceu... e ficámos felizes. - Ser mãe tão nova acaba por ter vantagens...- Sim, é muito bom. Vou conseguir manter sempre uma ligação mais próxima com o meu filho. - Como reagiu a família à gravidez?- De início foi um grande choque, tanto para a família do João como para a minha. Depois, a minha acabou por aceitar, enquanto a do João ainda está a considerar... - Não tem sido uma relação fácil, precisamente porque a família não a aceita bem...- Estamos juntos há dois anos e só agora, com a gravidez, é que se complicou mais. - E como está a sua relação com os filhos do João?- Vai andando... Cada coisa a seu tempo. Até porque acho que eles têm que ter todo o apoio da mãe. Comigo é diferente e, na verdade, não tenho nada que ver com o passado deles. Percebo-os perfeitamente e adoro-os. - Estar ao lado de um homem que arrisca a vida numa praça, como é?- Não é fácil. Nada mesmo. Emociono-me bastante quando o João toureia. E fico triste quando ele sente que não atingiu os objectivos. E, depois, ele é daqueles que mais arrisca... Mas estou sempre com ele. - Mas a Filipa também é, literalmente, uma mulher de armas...- [risos] Já fui mais... Fui polícia militar e foi uma experiência muito boa, que repetia. Foi uma grande experiência de vida, que me deu muitas bases. E o facto de ser mulher no meio de tantos homens não muda muito. Houve apenas um sargento que me faltou ao respeito. - A diferença de idades entre si e o João não lhe traz problemas?- Não existe... só no papel. Nem sequer vejo o João como uma pessoa com mais vinte anos que eu. A minha vida ficou melhor desde que estou com ele. O João é uma pessoa muito aberta. São poucas as coisas que não temos em comum e ambos adoramos cavalos. Ele é das pessoas mais ternurentas e sensíveis que conheço. Tão sensível que nem conseguiu assistir ao parto, porque não consegue ver sangue, humano pelo menos. [risos]

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