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Armindo Araújo e Teresa Mendes encantados com o filho, Tomás

Redacção Caras
10 de setembro de 2008, 00:00

A avaliar pelo que os pais garantem, orgulhosos, Tomás é "um verdadeiro acelera". Com apenas oito meses, o filho de Armindo Araújo, piloto da Mitsubishi e tetracampeão de ralis, actualmente a disputar o campeonato mundial P-WRC, e de Teresa Mendes, psicóloga, mudou radicalmente a vida do casal. O bebé é o centro das atenções de toda a família e, mesmo em férias, todos os momentos são aproveitados ao máximo com novas brincadeiras e, principalmente, muito amor e carinho.Foram as primeiras férias a três e o casal escolheu o Algarve, mais precisamente o Sheraton Pine Cliffs, para, mais do que descansar, usufruir da companhia do filho num ambiente descontraído. - É o vosso primeiro filho. Como têm sido estes oito meses?Armindo Araújo - Acima de tudo, têm sido diferentes e vividos com muita alegria. Lá em casa, o Tomás é o centro de todas as atenções e toda a nossa vida é feita praticamente em função dele. Com o nascimento do Tomás iniciámos uma nova etapa da nossa vida e, obviamente, estamos muito, muito felizes. - É verdade que, tal como o pai, o Tomás é um bebé muito acelerado?- [risos] O Tomás é acelerado e muito activo em todos os turnos, mas principalmente no da noite. Reconheço que não tem sido fácil, mas somos largamente compensados tendo em conta tudo o que ele representa para nós. Devo também elogiar e destacar o papel fundamental da Teresa nestes meses. - Isso quer dizer que o Armindo é pouco participativo nas tarefas diárias relacionadas com o Tomás?- Tenho de admitir que a mãe leva uma grande vantagem nesses aspectos. As minhas especialidades são o banho e o último biberão da noite. [risos] "Têm sido oito meses diferentes e vividos com muita alegria. Lá em casa, o Tomás é o centro de todas as atenções." (A. Araújo) - Imagino que as férias tenham proporcionado muitas novas experiências...- Pode dizer-se que o Tomás tem feito de tudo um pouco. Já foi à praia e à piscina, já andou a cavalo... Penso que esta nossa forma de viver e de partilhar com ele várias actividades tem feito o Tomás crescer mais rapidamente. - E todos os dias aprende algo de novo...- Completamente! Acho que se notam perfeitamente as evoluções e o crescimento do Tomás. Todos os dias, quando chegamos a casa, percebemos rapidamente que ele já descobriu uma brincadeira nova ou já se senta ou ri de uma forma diferente. - Percebendo que o Tomás é o centro da vossa vida, já conseguem deixá-lo para fazerem uma ou outra saída a dois?- Tem sido mais difícil para a Teresa. Por vezes, acabo por forçar um bocadinho, não só para podermos estar os dois juntos, como também para que o Tomás se habitue a outros ambientes. Ele vai crescer e nós não vamos poder estar sempre com ele. Por isso, temos aproveitado para sair os dois e deixar o Tomás com os avós, que são a nossa melhor garantia. Com eles, sabemos que o Tomás fica bem. O pior que pode acontecer é estragarem-no com mimos. [risos] "Com o Tomás iniciámos uma nova etapa da nossa vida e estamos muito felizes." (A. Araújo) - Ser piloto implica várias deslocações ao estrangeiro. Agora que é pai, como é que gere as saudades?- Quando estou a correr, tenho de estar concentrado a 100 por cento. Este é o meu trabalho e sei que tenho de dar o meu máximo. Mas, como é óbvio, quando regresso, as saudades são imensas. Penso que consigo separar bem as duas situações, mas desde o nascimento do Tomás que me custa ainda mais estar longe de casa. - Assim que terminar as férias corre na Nova Zelândia e logo depois no Japão. Estas férias são quase uma compensação para essa ausência?- De certa forma, sim. É uma oportunidade de estarmos os três juntos, num ambiente mais tranquilo e aproveitar ao máximo estes dias antes de voltar às provas. Mas, mesmo durante o ano, como não tenho um horário rígido, acabo por conseguir estar muito tempo com o Tomás e com a Teresa. - Profissionalmente também está igualmente satisfeito? Como tem decorrido o mundial?- Felizmente, tem corrido bastante bem. Estamos a meio da época e pontuámos em todas as corridas, o que me deixa bastante optimista e já a pensar em 2009. Com as mudanças que se avizinham e com o apoio da Mitsubishi e de todos os patrocinadores, talvez Portugal possa ter muito em breve um piloto a tempo inteiro no Campeonato Mundial de Ralis.

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