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Casada com Jesualdo Ferreira há 19 anos, Zulmira confidencia: "Gosto muito de namorar e o meu marido é um romântico"

Redacção Caras
4 de setembro de 2008, 00:00

Quando se está perto de Zulmira Ferreira é impossível ficar-se triste. Dona de uma alegria contagiante, a consultora de investimentos, de 48 anos, é uma mulher realizada, que tem na família a sua grande prioridade. Casada há 19 anos com o actual treinador do Futebol Clube do Porto, Jesualdo Ferreira, de 62 anos, Zulmira apaixonou-se quase à primeira vista pelo homem que tem sido um verdadeiro pai para o seu filho, Eduardo, agora com 28 anos, fruto de uma anterior relação.Depois de terem estado em Miami e Nova Iorque, Zulmira e Jesualdo continuaram as suas férias no Algarve, onde a CARAS conversou com a mulher do treinador de futebol. - Como é estar casada com um dos homens mais mediáticos do País?Zulmira Ferreira - Não vejo o Jesualdo como um dos homens mais famosos do País. O meu marido continua a ser a pessoa que conheci, tem a mesma personalidade há 20 anos. E nem penso no mediatismo dele. - Adaptou-se bem a esta vida de mulher de treinador de futebol?- Tive de me adaptar. Já mudei tantas vezes de casa, vivi em países com culturas tão diferentes da nossa, que já não me custa pensar em mudanças. A minha mala está sempre pronta. Para onde o meu marido for, eu vou com ele. Não posso dizer que goste muito, mas já estou habituada. Nesta altura da minha vida, preferia ficar só num sítio, estar mais tranquila. Mas o meu marido está a fazer o que gosta, sente-se bem e, assim, também estou bem. - Tomam sempre as decisões profissionais e pessoais em conjunto?- Claro. Ele ouve sempre a minha opinião, conversamos bastante. - Sente que abdicou um bocadinho dos seus sonhos para acompanhar o seu marido?- Sim, abdiquei mesmo. Tive de deixar a minha profissão, pelo menos temporariamente. Não trabalho há cinco anos e costumo dizer que estou na pré-reforma. Mas vou voltar a qualquer momento, porque me faz falta. Foi uma opção que tive de tomar e não estou nada arrependida. "A mala está sempre pronta. E onde o meu marido for, eu vou. Não posso dizer que goste muito, mas já estou habituada." - Com a vida agitada que o seu marido tem, arranjam tempo para namorar?- Eu gosto muito de namorar. E o meu marido é um romântico, apesar de, publicamente, não o demonstrarmos. Mas na nossa intimidade fazemos questão de ter tempo para namorar. - Ter o seu marido só para si nas férias deve ser especial...^- É muito bom. E como não é muito habitual termos esse tempo só para nós, aproveito-o ao máximo. Mas depois de ter estado mais de duas semanas só com ele, quando teve de ir para estágio custou-me imenso. - E como é o Jesualdo na privacidade?- É um homem tranquilo e maravilhoso. O meu marido é um ser humano muito bonito. Ele é muito mais tímido e reservado do que eu. E penso que é essa a ideia que o público tem dele. Mas na intimidade, com os amigos, não é nada assim, é muito sociável. - Como é que o seu marido a conquistou?- Pelo carácter. Tem uma personalidade única. E foi amor à primeira vista. Éramos vizinhos. Conhecemo-nos e começámos a conversar. Surgiram os cafés, os almoços... A amizade foi crescendo e já lá vão muitos anos com um óptimo relacionamento. Não digo que a nossa relação seja perfeita, mas temos um casamento muito bonito. Eu e o Jesualdo complementamo-nos. - O Jesualdo não é o pai biológico do seu filho, mas é como se fosse...- Sem dúvida. Quando o meu filho andava na escola identificava o Jesualdo como pai, mesmo sabendo que não o era. E isso para mim é uma coisa tocante, porque se ele não tivesse uma boa relação com o meu filho, talvez o nosso casamento não fosse como é. - E a Zulmira também sempre teve uma óptima relação com as filhas do seu marido...- Sempre. Conheci as filhas do meu marido quando ainda eram muito pequenas e funcionava como a irmã mais velha delas. A amiga cúmplice durante os devaneios da juventude. E são irmãs do meu filho. E considero os filhos delas como meus netos. - Uma última pergunta: como é que mantém a linha?- Não tenho segredos absolutamente nenhuns. Odeio ginásio e nem sequer vou lá. Faço tudo o que não se deve. Acho que é uma questão genética.

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