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Clara de Sousa e João Pedreira vivem dias de romance em tempo de férias

Redacção Caras
27 de agosto de 2008, 00:00

As primeiras férias a dois podem ser um teste a uma relação e, se neste caso o foram, a conclusão é de que o romance da jornalista Clara de Sousa, de 40 anos, com o cantor João Pedreira, de 31, passou com distinção. Foi durante um almoço entre amigos no Vila Monte Resort, em Moncarapacho, no Algarve, que a pivô do Jornal da Noite da SIC e o namorado falaram pela primeira vez em conjunto da sua relação, mas também do facto de os filhos de Clara, Manuel e Maria, de 12 e nove anos, respectivamente - do seu casamento com Francisco Penim, ex-director de programas da SIC -, se entenderem na perfeição com o artista. "Só tenho coisas na minha vida de que me posso orgulhar." (Clara) - Estas são as primeiras férias que passam juntos. Qual é o balanço? Clara de Sousa - [risos] A relação está óptima. Nesta altura estamos 24 sobre 24h juntos e tem sido muito bom. Temos sempre muito para partilhar... Estas férias em conjunto têm sido maravilhosas. João Pedreira - Está a acontecer tanta coisa tão depressa que ainda nem parei para pensar. Quando se está bem, o tempo passa a correr. - Dizem que gostam muito de conversar e que perdem parte do descanso diário a fazê-lo. O diálogo é importante num casal... Clara - Sem dúvida. Como também estamos juntos há pouco tempo, há ainda muito para descobrir. Somos dois bons conversadores e tudo é pretexto para conversarmos muito tempo. - João, antes de conhecer a Clara no programa Família Superstar, já conhecia o trabalho dela? João - Mais ou menos. Agora que estou mais próximo, analiso o trabalho de outra maneira, e tenho outro conhecimento. Admiro-a muito e acho que é uma excelente profissional. - Desde que estão juntos, são alvo de grande interesse por parte da imprensa. Deixam de fazer alguma coisa com receio de se expôrem? Clara - Nem pensar. Se eu não tivesse assumido a relação com o João, provavelmente o interesse seria maior. A partir do momento em que se decide que não há nada a esconder, o interesse diminui naturalmente. Se nos andássemos a esconder, não tenho a menor dúvida de que haveria interesse em captar 'a tal' foto. A partir do momento em que decidimos assumir, mais cedo do que estávamos à espera - quanto a mim, precocemente, mas não havia nada a fazer, pois tínhamos sido apanhados de mão dada -, seguimos a nossa vida normalmente, sem receios. - João, a Clara já foi considerada a mulher mais sexy do País, através da votação do público para um jornal diário. Fica orgulhoso? João - Claro que sim. É uma votação que tem o valor que tem, mas claro que é engraçado saber que a Clara tem fãs espalhados pelo país. Clara - Tenho de confessar que, sendo uma jornalista, estranhei que isso acontecesse, mas, enfim, vale o que vale. - Mas também não prejudicou o seu trabalho... - Isso não, mas eu acho que foi aproveitado por algumas pessoas para tentar diminuir o meu profissionalismo, o que lamento. Tento provar aquilo que valho todos os dias às 20h00, no Jornal da Noite, na SIC, e, para mim, só isso conta. O que acontece depois disso são coisas que me ultrapassam, como, por exemplo, o que escrevem sobre mim ou essa votação. Não é para nada disso que trabalho, aliás, acho que foi algo que nasceu depois do meu divórcio, e que é um fenómeno curioso, mas que não vou valorizar. Claro que me sinto bem aos 40 anos, mas sinto-me uma pessoa com a sua profissão e com uma vida tranquila ao lado do João, que tem sido o meu companheiro, e dos meus filhos. - Sente, então, que há uma tentativa de a descredibilizar enquanto jornalista? - Há sempre, mas estamos num país livre em que as pessoas, desde que não ofendam e não denigram, têm direito à sua opinião. A única coisa que posso garantir é que irei trabalhar com a maior dedicação possível como tenho feito desde há 21 anos. Não brinco com a minha profissão. Só tenho coisas na minha vida de que me posso orgulhar, por isso, as opiniões que têm de mim não me influenciam em nada. A única forma que conheço para viver, seja nas relações profissionais ou pessoais, é a de total entrega, e é assim que me manterei. - O que é que o aparecimento do João trouxe à sua vida? - O João veio colmatar um vazio que existia há algum tempo e que é importante para equilibrar os pratos na balança. No fundo, tenho o que todos querem ter na vida: uns filhos maravilhosos, uma pessoa que nos ame e a quem nós amemos, mas também uma profissão que me preenche e me faça sentir realizada, pois sei que faço algo de útil e com valor. "Somos um casal perfeitamente normal. Duas pessoas que gostam muito uma da outra e que se sentem melhor juntas." (João) - Sente-se, então, plena? - Sem dúvida. Já o senti noutras fases da minha vida, e depois tive descompensações com os altos e baixos que a vida se encarrega de nos colocar no caminho, mas percebi que temos de ser pacientes. Com alguma dedicação, paciência e tolerância, tudo acaba por acontecer naturalmente. - E a sua vida, João, mudou alguma coisa? João - Claro que sim, algumas coisas. Tive algum tipo de mediatização em relação ao programa e era reconhecido na rua, mas claro que agora esse reconhecimento é superior. Também sinto que agora tenho uma responsabilidade social acrescida por estar ao lado da Clara, cuja imagem deve ser preservada, e eu tenho isso em consideração. De resto, somos um casal perfeitamente normal. Duas pessoas que gostam muito uma da outra e que se sentem melhor juntas. - Na última entrevista que a Clara nos deu, os seus filhos ainda não tinham conhecido o João. Isso já aconteceu? Clara - Já. Como eles já o conheciam da televisão, facilitou imenso. É só vê-los juntos para se perceber, acho que não há palavras para descrever. Eles adoram-se.

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