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Diogo Infante: "A necessidade de que gostem de nós nunca fica saciada"

Diogo Infante: "A necessidade de que gostem de nós nunca fica saciada"

Diogo Infante: "A necessidade de que gostem de nós nunca fica saciada"

Redacção Caras
21 de agosto de 2008, 00:00

É impossível ficar-se indiferente à profundidade do olhar de Diogo Infante e às histórias que vai descobrindo na sua vida. O actor, de 41 anos, vive uma peça real, onde a paixão pelo teatro é a dama que quer constantemente salvar. Para quem o vê nos palcos ou na televisão, Diogo pode parecer uma pessoa que se distancia, mas no contacto de todos os dias o actor é um homem apaixonado, para quem as pessoas são uma descoberta permanente e inesgotável.É também um homem de afectos. E foi essa necessidade de descobrir um outro amor que, aos 34 anos, o levou a ir à procura do pai. Criado pela mãe e pela avó, Maria e Renée Infante, o actor tem agora um "novo amigo": o pai, Jonathan, de nacionalidade britânica.Profissionalmente, o actor vive também uma fase marcante: depois de três anos como programador do Teatro Municipal Maria Matos, apresentou a demissão. A despedida é feita como encenador do musical Cabaret, um outro estilo teatral que também faz parte da complexidade de Diogo.Do futuro, não quer adiantar nada. Mas fica a certeza de que se seguirá um outro projecto, em que o actor vai dar-se por inteiro, para depois receber as palmas do público, que continuam a motivá-lo como no início. - Cabaret é um trabalho totalmente diferente dos que já fez...Diogo Infante - Eu apaixono-me por muitas coisas diferentes. Não me consigo rever ou identificar apenas num género. E quer como actor, quer como encenador, procuro trabalhos diferentes. Não me agrada nada a ideia de me repetir. É, efectivamente, a primeira vez que tenho a possibilidade de encenar um musical. É um projecto que envolve muitas pessoas, e isso pressupõe uma responsabilidade acrescida, mas também é um desafio partilhado com muita gente. Estou muitíssimo bem apoiado e há um entusiasmo que nos contagia a todos e que torna o meu trabalho muito mais fácil. A mim resta-me a tarefa de gerir o talento que é colocado à minha disposição, para fazermos o espectáculo da melhor maneira possível.

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