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Aliviada com o divórcio, Carla Baía vive dias felizes ao lado de Nuno Lourenço

Aliviada com o divórcio, Carla Baía vive dias felizes ao lado de Nuno Lourenço

Aliviada com o divórcio, Carla Baía vive dias felizes ao lado de Nuno Lourenço

"Agora tenho paz de espírito e era disso que precisava"

Redacção Caras
6 de agosto de 2008, 00:00

O seu rosto mudou há cinco anos, quando se separou, e só agora o seu semblante perdeu a expressão carregada e sofrida de quem passou por um longo processo de divórcio litigioso. Carla Baía, de 36 anos, sempre viveu em função de alguém - primeiro de João Pinto, com quem partilhou 17 anos de vida, 15 dos quais casada, e depois dos filhos de ambos, Tiago, de 20 anos, e Diana, de 17. Agora, a empresária e relações-públicas do Manta Beach pretende viver em função de si mesma, até porque a vida lhe ensinou que o amor próprio é fundamental e que aquilo que achamos ser um dado adquirido cedo se torna uma lembrança do passado. Ao lado de Nuno Lourenço há três anos, Carla sente-se uma mulher feliz, mas não pretende voltar a casar-se nem ter filhos.Três meses depois da empresária e de João terem assinado os papéis do divórcio, e depois de ter ganho uma acção por difamação e ofensa à integridade física contra Isméria de Jesus (ex-mulher de Nuno Gomes), Carla falou pela primeira vez do sentimento de alívio que sente por finalmente estar tudo resolvido.- O final dos processos em tribunal foi o fechar de um ciclo?- O ciclo já tinha sido fechado antes, e sobre isso não quero falar muito. É mais no sentido de que agora já posso respirar fundo.- Como se sente?- Aliviada, pois acabei com estas confusões todas. Essencialmente porque agora tenho paz de espírito, e era disso que precisava.- Foi uma fase difícil?- Foi, até porque, infelizmente, não foi uma fase privada, foi pública, e isso também a tornou mais complicada.- E agora que já está oficialmente divorciada, tem planos a dois com o Nuno?- Estamos muito bem assim, o futuro é amanhã, é daqui a uma hora... o que interessa é o presente.- Deixou de acreditar na instituição casamento?- Não, nunca. Continuo a acreditar no casamento, na família, e é assim que também educo os meus filhos.

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