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Telma Monteiro revela o seu lado mais feminino e romântico

Telma Monteiro revela o seu lado mais feminino e romântico

Telma Monteiro revela o seu lado mais feminino e romântico

A judoca, que aos 22 anos ocupa o 2.º lugar no 'ranking' mundial, vai pela segunda vez aos Jogos Olímpicos, com a ambição de conquistar uma medalha

Redacção Caras
28 de julho de 2008, 00:00

Quem olha para Telma Monteiro, sempre com as suas calças desportivas ou o seu fato de treino azul, não imagina a mulher feminina e de sorriso doce que esconde. Com apenas 22 anos, a judoca tem um palmarés invejável - ocupa o segundo lugar do ranking mundial - e sabe muito bem quais são as suas prioridades. Depois da morte de uma das suas referências no judo, o treinador António Matias, em Janeiro último, Telma teve ainda de ultrapassar uma lesão que a impossibilitou de participar no Campeonato Europeu de Judo, em Abril. Contudo, a jovem atleta demonstrou toda a sua força e é com determinação que se prepara para competir nos Jogos Olímpicos, em Pequim. Foi numa conversa sobre a vida que escolheu e os sonhos que a movem que a CARAS conheceu a mulher que está do outro lado do tapete.- Quando começou a praticar judo ainda era muito nova...- Tinha 14 anos e apaixonei-me por esta modalidade. Quando uma pessoa entra para um desporto de alta competição, acaba sempre por amadurecer mais cedo. Há coisas que deixamos de fazer. Mas foi uma opção muito consciente e não me arrependo de nenhuma escolha que fiz. Só pratico este desporto porque sou feliz. Os treinos nunca foram um sacrifício.- Até agora qual foi o momento mais marcante na sua carreira?- Embora já tenha conseguido o segundo lugar no Campeonato do Mundo, penso que o momento alto da minha carreira até agora foi participar nos Jogos Olímpicos de 2004. Era muito nova e não era suposto conseguir o apuramento, porque ainda era júnior, e consegui ficar entre as cinco melhores seniores da Europa. E isso é uma coisa que me vai marcar sempre.- Como é que está a antecipar mais uma participação nos Jogos Olímpicos?- Um dos meus maiores sonhos era chegar aos Jogos Olímpicos. Só espero dar o meu melhor e que isso chegue para ganhar uma medalha. Subir ao pódio é o que mais quero, mas sei que não é uma opção, é mais um sonho. E trabalho muito para realizá-lo. Penso em tudo isto de forma muito tranquila, não vivo obcecada com os Jogos Olímpicos.

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