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Joana Saraiva e Vasco Oliveira preparam casamento de sonho

Redacção Caras
17 de julho de 2008, 00:00

A história de Joana Saraiva, de 28 anos, e Vasco Oliveira, de 32, podia dar origem a um livro para crianças. Foi enquanto a Herdade dos Salgados - propriedade de Carlos Saraiva, pai da aquitecta e coordenadora do departamento de interiores do grupo CS - ainda estava em construção que os dois se conheceram e se apaixonaram. Cinco anos depois, o economista resolveu dar o passo seguinte, e pediu Joana em casamento. Uma cerimónia que se realizará este fim-de-semana, em Silves. Por isso, e apesar de ocupados com os preparativos para o grande dia, os jovens aproveitaram para passar alguns dias no Algarve, onde conversaram com a CARAS e explicaram como se sentem mais completos desde que namoram e nos relataram como estão a ser os seus últimos dias de solteiros. - Como se conheceram?Joana Saraiva - Foi aqui no Algarve. O Vasco já conhecia o meu pai, já trabalhava com a empresa e também tínhamos alguns amigos em comum. - Foi amor à primeira vista?Vasco Oliveira - Sem dúvida, apaixonei-me pela Joana assim que a vi. E, depois, passado pouco tempo, começámos a namorar.Joana - Foi amor à primeira gargalhada, pois sempre nos divertimos muito juntos. O Vasco é uma óptima companhia e foi a junção de diversos factores que nos aproximou. E até aqui tem corrido tudo muito bem. - Além de se divertirem juntos, é também visível a sintonia que existe entre os dois....Vasco - Sim, temos uma grande cumplicidade. Uma das razões por que pedi a Joana em casamento foi precisamente essa grande cumplicidade que existe entre nós. Gostamos do mesmo género de música, de roupa... Até temos os mesmos amigos. - Essa vossa cumplicidade faz com que um seja o equilíbrio do outro?- Sem dúvida, somos como uma balança. - E foi também isso que fez com que se apaixonassem?- Penso que sim. Foi fácil gostarmos um do outro, mas seria difícil mantermo-nos estes cinco anos e casarmo-nos se não tivéssemos esta cumplicidade. "Foi amor à primeira gargalhada, pois sempre nos divertimos muito juntos. O Vasco é uma óptima companhia." (Joana) - E como é que foi o pedido de casamento?- Foi um pedido formal, simbolizado por um anel que lhe ofereci nessa noite. - E a Joana ficou surpreendida?Joana - Fiquei, pois não estava mesmo à espera. - E os vossos pais, como reagiram à notícia?- Ficaram muito felizes, até porque eles já se conheciam. E nós já namoramos há algum tempo.Vasco - Costumo dizer que quando começámos a namorar ganhei uma nova família. Eu tive uma irmã que morreu num acidente de viação e os meus pais sentem que ganharam uma outra filha. Sei que eles gostam muito da Joana. - Estão a poucos dias do casamento e, ao contrário do que seria de esperar, o Vasco é que parece estar mais nervoso...Joana - É verdade, até é capaz de haver alguns gritos antes da missa, e não vão ser meus. [risos] Está tudo a correr muito bem e estamos a preparar tudo com muito cuidado. - Há quanto tempo estão a preparar a cerimónia?- Há seis meses. Há sempre alguns percalços e temos de pensar em todos os detalhes, mas fazemos tudo juntos, o que é muito bom. - Em criança sonhava com um casamento como o que está a preparar?- Não é um sonho de criança, mas gosto sempre de fazer tudo com brio e quero ter a certeza de que tudo vai correr mesmo bem e que as pessoas não se vão esquecer desse dia. Por isso, vai ser um casamento de sonho. - Querem ter filhos?Vasco - Eu gostava de ter, e a curto prazo, mas para a Joana, devido à fase profissional que está a viver neste momento, isso seria complicado.Joana - E também queremos um pouco de espaço para os dois antes de pensarmos nisso. - Ambos têm uma vida muito ocupada a nível profissional. Conseguem ter tempo para os dois?- Por vezes é complicado...Vasco - Somos pessoas muito sociais e temos sempre muita gente à nossa volta. - E isso não dificulta a vida a dois?Joana - Não vejo as coisas dessa forma. Gostamos muito da nossa maneira de estar na vida e gostamos muito do rebuliço que temos na vida, tanto a nível profissional como pessoal. Não seríamos capazes de estar num escritório o dia todo e depois estarmos só os dois em casa durante a noite, isso não tem nada que ver connosco.

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