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Robert De Niro contra a greve de actores em Hollywood

Robert De Niro contra a greve de actores em Hollywood

Robert De Niro contra a greve de actores em Hollywood

O protagonista de 'Taxi Driver' acredita que a greve não é solução para resolver a discórdia entre produtores e actores

Redacção Caras
7 de julho de 2008, 00:00

Depois da greve dos argumentistas, agora são os produtores e actores que não chegam a consenso. Em causa estão reivindicações referentes aos novos contratos de trabalho e a questões salariais. Apesar da polémica que estalou em Hollywood, Robert De Niro veio apelar à calma e à necessidade de negociar, defendendo que a greve dos actores não será uma medida benéfica. "Acho que estes problemas poderiam ser solucionados com algumas medidas, e isso os actores poderiam fazer independentemente", salientou, sem, no entanto, deixar de acrescentar que este "não é um bom momento para entrar em greve." Esta iniciativa do actor vem no seguimento do esforço que já tinha encabeçado, em conjunto com outros actores, pressionando o sindicato para que não existisse greve. No início do desentendimento, Tom Hanks, Meryl Streep e George Clooney apoiaram a iniciativa de De Niro. No entanto, não houve um resultado positivo em relação às negociações dos sindicatos, pelo que os produtores anunciaram a greve do sector na passada terça-feira. Em comunicado, a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP) confirmou a paralisação: "O nosso sector encontra-se, a partir de agora, em greve, com a produção de filmes praticamente interrompida e a produção televisiva gravemente ameaçada." Na segunda-feira, e apesar de ter havido disponibilidade do sector dos actores para conversações, o AMPTP apresentou ao Screen Actors Guild, "uma oferta final", apenas quatro horas antes do termo do contrato de três anos que os regia. Em resposta, o sindicato de actores disse "estar determinado em negociar um contrato justo o mais rapidamente possível", não deixando, no entanto, de criticar a proposta apresentada, porque é "uma oferta de última hora com 43 páginas". Contudo, segundo o sindicato, o texto "está a ser analisado" para ser "preparada uma resposta ao patronato assim que se puder".

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