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Ivo Canelas: "É preciso ter sorte com as pessoas com que nos cruzamos na vida"

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Ivo Canelas: "É preciso ter sorte com as pessoas com que nos cruzamos na vida"

É sempre com humildade que o actor encara cada personagem que faz e, segundo o próprio, cada trabalho é sempre uma forma de ensinamento e de catarse

Redacção Caras
2 de julho de 2008, 00:00

A timidez é visível ao primeiro contacto, mas a simpatia e personalidade vincada também. Ivo Canelas, de 34 anos, sempre quis ser actor e, assim que ouve a palavra "acção", esquece estes traços e transforma-se na personagem que tem de interpretar. Aquilo que menos gosta de fazer é planear a sua vida, seja a nível pessoal ou profissional. Divertido, diz até que isso "é uma característica típica das mulheres". Não é de estranhar, portanto, que, apesar de manter há três anos uma relação com a produtora Sandra Alves, de 33 anos, ainda não pensem sequer em ter filhos ou em casar-se. Actualmente está a gravar a série Liberdade 21, no papel de Afonso Ferraz, um projecto aliciante que diz conquistá-lo diariamente .Recebeu este ano o Globo de Ouro na categoria de Melhor Actor de Cinema, pelas suas interpretações em Call Girl e O Mistério da Estrada de Sintra, prémio que, como nos explica nesta entrevista, acabou por ter um sabor agridoce. - Esperava o Globo de Ouro que recebeu?Ivo Canelas - Foi um ano de trabalho muito intenso e sei o que fiz, mas também sabia que a competição era cerrada. Uma parte de mim achava que poderia ganhar, mas aquela parte do menino introvertido até rezava para que isso não acontecesse. [risos] Foi nitidamente uma surpresa... - Sei que o prémio teve um sabor agridoce...- A partir do momento em que aparece o meu rosto no ecrã, desligo e quando aparecem imagens dos filmes, já estou ausente. Tinha alinhavado na minha cabeça o que deveria dizer por ambos os filmes e acabei por não o fazer. O lado doce do prémio foi ter falado do António-Pedro Vasconcelos, que me ensinou várias coisas sobre a liberdade, o lado amargo foi não ter feito os agradecimentos devidos. Por personalidade e feitio não tenho interesse em expor-me, mas tenho a responsabilidade de valorizar o trabalho das pessoas que estão envolvidas no meu.

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