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Cataratas do Iguaçu

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Cataratas do Iguaçu: Um espectáculo sem ensaios, nem encenações

Redacção Caras
1 de julho de 2008, 00:00

É das maiores experiências que o olhar de qualquer ser humano pode alcançar. Um espectáculo oferecido pela natureza bruta, sem ensaios, nem encenações.Visitar as cataratas de Iguaçu é uma daquelas viagens que se entranham na alma, talvez porque nos damos conta de quão poderosa e bela é a "criação" do seu autor, perante a frágil condição humana. Património da HumanidadeUm conjunto majestoso de 275 quedas de água com uma altura superior a 70 metros ao longo de 2,7 kms (Bacia Hidrográfica do Paraná), localizados entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná (Brasil) e o Parque Nacional Iguazú, Misiones (Argentina), formam, no total, uma área de 250 mil hectares de paraíso sub-tropical.Os Parques, tanto o argentino como o brasileiro são considerados, desde 1984 e 1986, respectivamente, Património da Humanidade. Cataratas - Como Conhecê-las? A "Garganta do Diabo" é o maior e mais impressionante desfiladeiro, com 150 metros de largura e 80 metros de altura. Poderá conhecê-lo do ar, através de um voo de helicóptero que ficará, certamente, na sua memória. Uma viagem de meia hora onde se sobrevoam as cataratas e onde se chega a baixar até à zona das quedas.Para quem procura conhecer as Cataratas com os pés bem assentes na terra, poderá fazê-lo caminhando por trilhos e pontes (acompanhado por um guia) e seguir até aos vários miradouros, que se debruçam, sem hesitações, sob as gargantas.Não pela sensação de perigo ou insegurança, mas pelo estrondoso ruído que os milhões ou triliões de litros de água deixam à passagem para a impiedosa queda, estar ali enche-nos de sensações desconcertantes. Uma orquestra de sons, luz e cor, que nos deixa paralisados de espanto.E se conhecer as Cataratas lá do alto proporciona um rodopio de emoções, imagine fazê-lo desafiando as águas que chegam após uma queda de 70 metros! Poderá viver esta experiência procurando os barcos insufláveis a motor, devidamente equipados, e em pequenos grupos. A ideia é entrar no rodopio de águas que se encontram nas gargantas e depois, lentamente, aproximar-se da queda de forma a sentir o "peso" líquido que abundantemente chega até nós. Mas nem só de adrenalina se faz esta viagem. Visitar os Parques Nacionais, quer do lado brasileiro, quer do lado argentino, é, por si só, uma experiência única. Uma floresta rica, com uma fauna e uma flora extraordinária, cheia de actividades para todos os gostos. Seriam precisos muitos dias para percorrer com a merecida atenção os muitos trilhos destes santuários, e mais alguns para lidar com as saudades que esta "obra" lhe irá, com toda a certeza, deixar.

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